Moonwalk? Thriller? Black or White? Pense novamente.
Após a volta do anjo pro céu em junho de 2009, o termo ‘legado’ passou a ser ouvido em transmissões de rádio e exibido em programas televisivos. Homenagens, tributos, documentários, retrospectivas, todos os tipos de materiais relacionados a Michael Jackson citavam a mesma dúvida: como fica o legado do Rei do Pop?
Mas a questão a ser levantada é que o termo ‘legado’ varia de acordo com a pessoa que lê sobre o assunto.
Em geral, quando um artista morre, a música e o estilo que ele carrega levam o nome de legado, e cabe a sucessores e fãs levar a frente o trabalho do cantor.
No entanto, quando se trata de Michael Jackson (assim como cada aspecto de sua vida) o sentido é maior e mais importante. Sim, porque quando se dirige a palavra ‘legado’ a Michael Jackson, você não se refere apenas a música. Com certeza ele foi e sempre será o maior dançarino e músico de todos os tempos, além de revolucionário nos quesitos de dança, música, vídeo clipes e arte musical em geral (vide obras revolucionárias como Beat It, Bad, Thriller e Black or White). E embora não exista sucessor a altura, todo o trabalho e obra de Michael prevalecerá para sempre, pois ele sempre será citado e lembrado por conta de seus clipes, letras e passos de dança inigualáveis. Mas é aí que o termo ‘legado’ se amplia, porque Michael deixou sim sua marca no mundo, mas não apenas como artista. Ele deixou um rastro de cura e ajuda por todo o planeta, e perpetuar essa parte de seu legado ao mundo após sua morte fica por conta de seus verdadeiros e mais leais fãs, que compreendem sua mensagem de paz e procuram sempre levá-la adiante.
Um bom modo de começar é divulgando seu legado de paz por intermédio das mensagens em suas próprias canções, como Heal The World e Earth Song. A partir daí, quando se estuda letras desse tipo, fica fácil visualizar a tamanha dedicação de Michael, como quando ele fazia a sua Fundação Heal The World percorrer os quatro cantos do mundo em busca de órgãos e alimentos para crianças e pessoas necessitadas de vários países ao redor do globo.
Só vendo assim se compreende a enorme dimensão do ‘legado’ de Michael Jackson. Não, não é desse legado que aquele documentário do Multishow ou o tributo dos programas de TV comentou sobre. Aquele citado na mídia é apenas uma ponte para que fiéis fãs revelem seu verdadeiro legado. O de paz mundial.
Uma menina de sete anos em Washington DC, que foi mutilada por cães ,receberá aproximadamente US $ 2,6 milhões conforme acordo estabelecido .
Depois de ouvir sobre o incidente, o megastar Michael Jackson, visitou a menina no início daquele ano.
Ranell Jacaia Pope, depois de completar 18 anos, começará a receber pagamentos mensais de um valor não declarado do Allstate, a companhia de seguros de J. Kirksey, que era o proprietário dos cães.
Além disso, a companhia de seguros vai pagar a escola da menina.
O advogado da família Pope, Steven M. Cooper disse que, com base em expectativas de vida média de pagamentos, totalizaram US $ 2,6 milhões.
Ela recebeu mais de 100 ferimentos , quando quatro cães atacaram enquanto estava brincando no pátio do vizinho Prince George Kirksey, um subúrbio de DC.
Durante o ataque a mandíbula da garota foi quebrada e um nervo facial foi cortado.
Devido à gravidade do ataque, as pessoas na área de DC deu mais de $ 200.000 para ajudar a pagar as despesas médicas da criança.
Enquanto um lado do rosto da garota permanecia paralisado,ela foi capaz de retornar à escola este ano.
Durante sua visita de 45 minutos com a menina de 7 anos no Hospital Infantil, Jackson brincou de esconde-esconde com Raynal e os familiares da jovem posou para fotos e deu autógrafos.
O cantor vencedor do Grammy também posou para fotos e assinou uma jaqueta de couro vermelha “Beat it”comprada á 10 anos atras durante o frenesi de Thriller deu-a ao pai Raynal.
E antes de sair, Jackson beijou Raynal na bochecha. E Raynal deu-lhe um de volta. “Seu rosto era suaaaaaaaave“, ela disse mais tarde.
Quando o compositor americano Michael Jackson quebrou todos os recordes da história do disco, em 1983, detonando uma febre pelo LP Thriller, que contagiou 38 milhões de pessoas em volta do mundo, ganhou o posto de ídolo mais popular da música e um incômodo dilema - como dar continuidade a esse estrondoso sucesso. A resposta de Jackson chegou às lojas na semana passada nas dez faixas de Bad, seu primeiro disco em quatro anos. Longe dos estúdios em que Jackson depositou sua inspiração, um exército de publicitários e executivos cuidava de dar outra solução ao dilema do compositor. Para lançar Bad, detonou-se em todo o mundo a mais gigantesca e cara campanha promocional já feita para um artista. Nos Estados Unidos, calcula-se que só um novo disco dos Beatles mereceria investimento equivalente. No Brasil, gastaram-se na campanha 200.000 dólares, cerca de 10 milhões de cruzados, cifra só investida no lançamento dos discos de Roberto Carlos. Se Michael Jackson, em sua volta, não chega a impressionar, o produto em que ele se transformou parece destinado a marcar um tento na propaganda.
Até o final de setembro, a CBS, gravadora de Jackson, espera colocar 2,5 milhões de cópias de Bad em mãos dos ouvintes americanos. No Japão, onde o compositor inicia neste sábado uma turnê mundial, espera-se vender 1,5 milhão de cópias e, no Brasil, 500.000 cópias - pouco menos da metade do que vendeuThriller. Depois dessa escalada inicial, segundo se espera, o disco deve iniciar uma ascensão em direção a cifras multimilionárias. A estratégia para a criação de uma nova jacksonmania no mundo começou a ser traçada em junho, quando os principais executivos da CBS se reuniram em Nova York especialmente para discutir o assunto. "Nosso objetivo era conseguir que todo mundo, fã ou não de música pop, ouvisse falar no lançamento de Bad", revela Jim Caparro, vice-presidente de vendas da CBS americana.
SIGILO - A primeira regra determinada pelos idealizadores da campanha é que o conteúdo de Bad fosse mantido em rigoroso sigilo até a data de lançamento, marcada para 31 de agosto. Em meados de agosto, uma das músicas do LP foi distribuída às rádios de todo o mundo em forma de "mix" - LP de uma só faixa. Em 31 de agosto, finalmente, foi feita uma blitz de distribuição de discos a todas as lojas americanas, enquanto a cadeira de televisão CBS mostrava um especial de 50 minutos com novas e antigas músicas de Jackson e as ruas das principais cidades eram invadidas por outdoors anunciando o lançamento.
No Brasil, a campanha em torno de Bad iniciou-se no dia 1º de setembro, de maneira igualmente espetacular. Às 9 horas da noite, enquanto a Rede Globo exibia uma adaptação do mesmo especial mostrado nos Estados Unidos, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em mais cinco capitais do país, a CBS promovia uma grande festa para radialistas, jornalistas e socialites com a distribuição de 5.000 kits promocionais contendo uma cópia de Bad, um mix com a faixa-título do LP, uma camiseta estampada com o rosto de Jackson, um livro com textos e fotos sobre sua carreira, botões de lapela e adesivos. Para se ter uma idéia do que significa a distribuição gratuita apenas dos 5.000 LPs, este é o número de discos dos mais variados títulos que uma loja de grande porte, no centro de São Paulo, vende em um mês.
"Gastar 10 milhões de cruzados na promoção de Michael Jackson não significa risco, pois ele é um artista de lucro certo," diz Roberto Augusto, diretor de marketing da subsidiária brasileira da CBS. Pelos planos da gravadora, nenhum brasileiro escapará de ser informado de que há um novo disco de Michael Jackson na praça. Ao longo deste mês, 300 outdoors serão espalhados nas principais capitais do país e 18.000 posters enfeitarão as lojas de discos.
GUERRA - Em São Paulo, o painel luminoso do Vale do Anhangabaú, visto diariamente por 350.000 pessoas, estampará quinze comerciais por hora anunciando o lançamento de Bad. A Rede Globo, por seu turno, apresentará clipes das músicas do disco nos próximos dias 20 e 27. Nessa guerra promocional, valem recursos pouco ortodoxos. No jogo final do campeonato paulista de futebol, no domingo dia 30, por exemplo, Jackson arrumou um inesperado garoto-propaganda no jogador Müller, do São Paulo, o time vencedor. Ao postar junto com o time para a clássica foto de campeão, Müller viu cair em suas mãos uma cópia de Bad, entregue por um divulgador da gravadora. Müller agradeceu o presente e acabou por exibi-lo em todas as fotos. Resta saber, agora, se o público responderá às músicas de Jackson com o mesmo entusiasmo com que elas são alardeadas. O alarde, é certo, venderá muitos discos. Mas também contribuirá para que se espere de Bad algo muito melhor do que se divulga com tanto ímpeto.
No disco Bad, a tecnologia entra na dança
Trancado nos estúdios durante um ano, Michael Jackson acabou por construir com o LP Bad um suntuoso monumento à moderna tecnologia de gravação. Não há um único aspecto - dos arranjos vocais à mirabolante idéia de gravar o som do seu coração e processá-lo digitalmente, como se ouve na abertura da faixa Smooth Criminal - que não pressuponha uma técnica detalhista e rebuscada. Esta busca de eficiência tem dois resultados: se proporciona o que há de mais requintado na hora da reprodução, por vezes sufoca o cantor e esfria o seu entusiasmo - nos momentos em que a sua voz soa mais suave, ela é quase encoberta por baterias eletrônicas e sintetizadores.
Nessa atmosfera, Michael Jackson encaixa letras que, cada vez mais, refletem um jeito paranóico de viver, suas excentricidades - como o hábito de dormir numa câmara de oxigênio - e o medo de morrer, explícito na faixa Speed Demon, em que diz que para ele não há amanhã. Em Bad, canção-título do disco, ele é um garoto revoltado:
Se você não gosta do que estou dizendo
Então por que não dá um tapa na minha cara.
Em Dirty Diana, mostra-se indefeso diante de um olhar sedutor, empilhando tipos que mantém a mesma imagem de ambiguidade sexual dos tempos do LP Thriller. Mas o principal objetivo de Bad não é mexer com a cabeça dos seus fãs. O que Jackson quer é que eles mexam com os pés, as pernas e os quadris. Bad é acima de tudo um disco para dançar, recheado dos ritmos mais atuais do pop negro americano. Só que com tanta parafernália tecnológica é claro seguir o balanço da música. O compositor prova ter ouvido tudo o que surgiu no espaço de quatro anos entre Thriller e Bad - do grupo Run-D.M.C. ao cantor Prince. Talvez tenha ouvido música demais, recebido influências conflitantes, porque quanto mais se procura Michael Jackson em Bad, menos se encontra. Inferior a Thriller, e bem menor que a estridência da propaganda alardeia, Bad poderia até passar em brancas nuvens - não fosse um disco de Jackson.
A data foi estabelecida, as estrelas foram assinados, o show estava a caminho.Depois, veio o telefonema.”É o advogado de Sammy disse George Schlatter, empresário do espetacular “Sammy Davis Jr. ‘s e produtor da Celebração do 60 º Aniversário”á setr trasmitido nesta noite de domingo.
Um momento”, disse o advogado. “Temos que esperar Sammy tem cancêr na garganta. “
“Eu fui fraco “, lembrou Schlatter. “Eu liguei para o médico, que também é meu médico. E ele disse: ‘Sim, é um câncer na garganta, e Sammy tem uma escolha. ” Sammy poderia ter sua laringe removida, ou ele pode levar a radiação.
“ Ele tomou radiação “, e a voz é melhor a cada dia”, relatou Schlatter. “Mas este é um cara corajoso. “Schlatter pediu Davis se queria cancelar o show. “E ele disse: “De jeito nenhum!”
Você está falando de um cara que perdeu um olho, que tem duas proteses de ancas , e que passou centenas de noites com Frank Sinatra e Dean Martin “, disse Schlatter.
“Bem, quero dizer, se Sammy diz que vai fazê-lo, ele vai fazê-lo. Então nós fomos em frente com o show
“A celebração começou como um show de 60 minutos, e acabou 2 1 / 2 horas de duração. Ele roda 07:30 – dez horas de domingo na ABC e Canal 13.
“Eu não poderia tomar qualquer outra coisa fora”, disse Schlatter. “Levei-o para ABC e disse:` Você cortá-la, não posso. “ABC não poderia, tampouco. E não admira, dado um elenco que inclui Frank Sinatra, Michael Jackson, Ella Fitzgerald, Whitney Houston, Clint Eastwood, Goldie Hawn, Bill Cosby, Stevie Wonder, Mike Tyson, Richard Pryor, Gregory Hines, Gregory Peck, Bob Hope, Shirley MacLaine , Debbie Allen, Magic Johnson, Dean Martin, Tony Danza, Jesse Jackson, Quincy Jones, Diahann Carroll, Dionne Warwick, Nell Carter, Lola Falana e Anita Baker. Eddie Murphy foi o anfitrião, e até ele parece subjugado pela galáxia de estrelas que ele tinha que introduzir.
Sammy está ali na primeira fila com sua esposa e família. Ele ri e ele bate, ele chora um pouco, e ele abraça seus amigos. Ele até faz um sapateado com Hines. Mas ele nunca diz uma palavra.
Ele não pode. A noite o show foi gravado, ele não poderia falar nada.
Não importa. Seus amigos falam por ele, e ele, em uma linguagem de amor. Eles colocam seus talentos a seus pés. E algumas colecções de clips de Sammy contam da historia dele .
Este é um espetaculo de TV onde poucas estrelas do show-biz e lendarios artistas , poderiam comandar. Se você tem um VCR.Este show é para a prateleira do colecionador. Sammy Davis Jr. é o homem que quebrou a barreira de cor e abriu as portas para artistas negros em todos os lugares.
Eles não fazem algpo importante dele num show , mas na conferência de imprensa Schlatter lembrou de como era isto . Ele contratava artistas em Las Vegas, quando Sammy começou a se apresentar lá.
“E as coisas que nós temos agora, Sammy teve que lutar por elas”, disse Schlatter. “Nos velhos tempos, em Las Vegas, um ator negro não podia entrar pela porta da frente, não podia entrar no casino, não poderia se hospedar num no hotel. Uma vez a filha de Lena Horne foi na piscina do Hotel Sands, e a piscina foi esvaziada.
“Sammy disse: ‘Eu não vou tocar mais em Las Vegas até que os negros possam entrar no Hotel como convidado”. E isso foi quando Sammy precisava de dinheiro. Ele rompeu a barreira racial de Vegas, que depois se espalhou para fora.
“Sammy estava lá nas marchas, quando era perigoso. Ele estava lá com Martin Luther King e com PUSH e CORE e todo o resto. É por isso que muitos desses artistas apareceu aqui hoje . Por causa do que ele representa, não apenas como artista. “ Michael Jackson presta homenagem com essa canção especial no que ele escreveu para Davis. “You Were There”, ele canta:
“Há uma porta pela qual caminhamos.Eu estou aqui porque você estava lá.” “Quando criança, eu idolatrava você”, Hines diz : Davis “Eu sinto tanto amor por você, eu vou tratar de dançar.” Ao final de sua dança, ele beija sapatos de sapateado de Sammy.
“Sammy foi o segundo homem preto a dormir na Casa Branca – na cama de Lincoln”, diz Murphy. “Booker T. Washington foi o primeiro, quando Woodrow Wilson foi presidente.” O Presidente George Bush, em uma fita da Casa Branca, lembra que Sammy foi a primeira pessoa a contribuir com dinheiro para o (United Negro College Fund)” Este foi um beneficio para a fundação.
Davis não foi a festa da imprensa de Hollywood Ele estava de volta ao hospital, mas não para o câncer, mas para a cirurgia dental. A radiação tinha bagunçado todos os implantes de dentes em sua mandíbula. (Essa operação correu bem. Mas esta semana, ele esteve no hospital novamente, com uma infecção da mandíbula.)
Quando Davis não poderia fazê-lo, Schlatter chamou Goldie Hawn e Tony Danza. Hawn, que veio de Colorado, disse que ela estava tão nervosa na noite do tributo que ela esqueceu a primeira linha de sua canção. “Eu disse: ‘É no teleprompter? E eles disseram: `Não e você está no ..” ‘, ela lembrou com uma risadinha!.
“Eu nunca estive tão assustada na minha vida. Mas, oh, era muito amor não estava lá naquela noite. ” Schlatter disse Hawn veio de Israel para fazer o show, Sinatra cancelou um show em San Francisco para estar lá, Fitzgerald teria adiado sua turnê, e Hines adiou uma data em Tóquio. Danza contratou uma coreógrafa para duas semanas para preparar um sapateado.
“Eu faria qualquer coisa por Sammy,” Danza disse. “Se eu pudesse ser o que eu realmente gostaria de ser, eu seria Sammy Davis Jr. Quer dizer, aqui está um cara que toca piano, toca a trombeta, canta, dança, atua .Um talento incrível, um homem de música e dança incrível. ”
Danza diz: Ai está Sinatra já, e entra Ella Fitzgerald! “Eu não queria incomodá-la, porque eu amo a mulher. Estou me sentindo um pouco fora do meu alcance. É como se eu estou nesta foto de pessoas famosas, e alguém diz: ‘O que há de errado com este retrato? “
“Mas não estamos sentados, à espera de Sinatra. E então eu ouço: ‘Ei, Tony, eu vou perder a sua reprise hoje à noite na TV. ” E é “Ella! “Ela cuida dos meus reprises. Hey, então Michael Jackson diz: ‘Tony, eu amo o seu show! “
Ninguém sabia o que Jackson iria fazer. “A noite antes do show, ele e Buz Kohan, que escreveu o roteiro, foi na sala de ensaio e escreveu uma canção”, disse Schlatter. “Eles organizaram durante a noite, e a noite do show foi a primeira vez que ele iria a canção. Ele queria cantar algo realmente relacionado com Sammy. “
Nos bastidores, todo mundo estava assistindo a todos os outros. Fitzgerald queria conhecer Jackson; Cosby queria dizer oi para Hawn; Murphy queria ver Sinatra.
“Sinatra” realmente “queria ver Whitney Houston – todo mundo queria ver Whitney Houston,” Danza disse, rindo.
O momento mais desesperador de todos eles, porém, foi quando Fitzgeraldfez sua grande entrada no palco, disse Schlatter. “Tivemos que ter alguém para tirá-la, então eu disse para Eddie Murphy, ‘Tome Ella do palco.”
E ele diz: ‘Cara, eu não posso levá-la. Isso é Ella “Fitzgerald.” ‘E Eddie diz a Michael Jackson: Michael você leve-a para fora.” Michael diz: ‘Eu não posso! É “Ella”. ‘Então eu disse:’ Olha, gente, por que não levá-la juntos? Ok?
Ella disse a eles que ela estava se divertindo tanto, que ela estava mantendo os olhos bem abertos. “ Por : Ann Hodges-Chronicle Editor de TV
You were there, before we came. You took the hurt, you took the shame. They built the walls to block your way. You beat them down. You won the day. It wasn’t right, it wasn’t fair. You taught them all. You made them care. Yes, you were there, and thanks to you There’s now a door we all walk through. And we are here, for all to see – To be the best that we can be. Yes, I am here…. Because you were there.
Tradução Google
Você estava lá, antes de virmos.
Você levou o ferido, você tomou a vergonha.
Eles construíram os muros para bloquear seu caminho.
Você vencê-los para baixo.
Você ganhou o dia.
Que não era certo, não era justo.
Você ensinou a todos eles.
Você fez-lhes cuidados.
Sim, você estava lá, e graças a você
Agora há uma porta que todos nós percorrer.
E nós estamos aqui, para todos verem -
Para ser o melhor que podemos ser.
Sim, eu estou aqui ....
Porque você estava lá.
Quantas vezes você já teve que lidar com as seguintes frases “Ele nem sabe que você existe” “Ele nem sabia que você existe”.
As pessoas usam essas frases para tentar nos mostrar que é loucura ser fã de alguém que não sabe seu nome, seu endereço, seu telefone…
Mas desde quando existem regras pra ser fã? Ora, as regras são criadas por aqueles “psicólogos” da sociedade que tetam nos trazer de volta ao caminho do bem.
Quem sabe deveríamos ter presenteado Michael com um “livrinho de bolso” com nosso nome, telefone, e CPF, Ahhh e uma foto para ele não se esquecer quem é quem, seria fácil uma vez que ele possuía uma pequena quantidade de fãs ao redor do mudo.
Quem sabe fazendo isso receberimos nossa “autorização” para ser fã. E agradecer aos céus ao ver Michael citando nosso nome completo nos discursos de agradecimento.
Algumas pessoas por não compreender o amor, carinho e tempo que nós
dedicamos a Michael dizem isso pois são egoístas e interesseiros ao ponto de “querer algo em troca” para ser fã de alguém, hã?
Ser fã do Michael ou de quem quer que seja, não é dar um tiro no escuro, não é o mesmo que adorar uma árvore que não pensa naqueles que a admira todos os dias, Michael sabia que estávamos ali como”um todo” mas se pudesse estaria com cada um… Mas quem disse que ele não estava, que ele não está? Conhecer é muito mais que saber o nome, é saber da valor,e Michael valorizava esse “todo”.
Não é por estarmos perto que conhecemos alguém, não é preciso estar perto para amar alguém, o tão famoso “I Love You” de Michael era pra você, era pra mim.
Sabe porque ele demonstrava tanto amor aos fãs? Porque somos nós que estávamos e estamos o apoiando sempre, com nosso amor, com nossa alegria, com nossas lágrimas.
Ele cantava para aqueles que possuem sentimentos, não para as paredes, as paredes não choram.
Às vezes fico imaginando se J. M. Barrie enquanto escrevia a estória de Peter Pan realmente acreditava que na vida real pudesse haver pessoas que se identificariam com seus personagens mágicos e incomuns. Peter Pan, Wendy, Sininho, vivem mais nos corações daqueles que não tiveram a oportunidade de viver sua infância. Diferentemente da estória de Barrie, eles não são garotos perdidos, são garotos que tiveram a infância roubada.
Desde que Barrie publicou sua obra “Peter e Wendy” em 1911, muitos Peters, Wendys e Sininhos surgiram nas décadas seguintes, mas foi somente nos anos 60 que surgiu um garoto que sofria por não poder viver coisas comuns a sua idade, um garoto que desejava ansiosamente desfrutar de sua infância, mas constatava com imensa tristeza que ela lhe era negada.
Quando esse garoto cresceu, ele jamais se recuperou da perda que sofrera. Ele se recusava passar pela viva sem saber o que é ser uma verdadeira criança, o que é sonhar, imaginar mundos fantásticos onde não existem a dor e a tristeza, onde todos são amigos e heróis que lutam contra toda a maldade e sempre acabam saindo vencedores nessa luta contra o mal e a injustiça.
Esse garoto um dia leu a estória de Peter Pan e com lágrimas nos olhos reconheceu: “Eu sou o Peter Pan no meu coração”.
E como todo Peter Pan precisa de uma Terra do Nunca, Michael Jackson construiu duas Neverland, uma real e outra em sua própria mente. Ele não tinha pó mágico, mas mágica saía de seus pés. Ele não tinha asas, mas sabia flutuar. Ele era de carne e osso, mas se parecia mais com um ser encantado, tamanho era o fascínio que ele inspirava em nós, meros mortais.
Além da Terra do Nunca, um Peter Pan precisa de amigos para poder brincar, a sua família na terra encantada. Ao longo de sua vida, Michael pouco a pouco foi reconhecendo os personagens de Barrie na vida real. Ele encontrou a fada Sininho na pessoa de Shirley Temple e a Wendy em Elizabeth Taylor, ambas foram atrizes mirins que assim como Michael, também tiveram a infância roubada.
Apesar de ter conhecido Temple pessoalmente, o mais próximo que Michael se sentia dela era através de uma foto sua que ele mantinha ao lado da cama e de seus filmes infantis. Talvez mirando seus olhos ele pensasse consigo mesmo: tanto encanto à custa de tanta dor.
Mas foi Wendy, ou melhor, Elizabeth Taylor quem esteve ao lado dele em muitos dos seus bons e maus momentos desde que se tornaram amigos. Michael ofereceu a Elizabeth à oportunidade de fugir desse mundo cruel e viver na Terra do Nunca de vez em quando, e foi ao lado dele que ela redescobriu a sua infância roubada e viveu algumas de suas maiores alegrias.
Porém, uma estória não é feita só de heróis, os vilões sempre se fazem presentes na figura de uma pessoa malvada e cruel. Capitão Gancho era o homem que desejava acabar com a alegria de Peter Pan e seus amigos. Assim, Michael Jackson encontrou dentro da sua própria família e na pele de seu próprio pai esse Capitão Gancho e com o passar dos anos muitos outros foram surgindo: a mídia, os Chandler, Martin Bashir, os Arvizos e por aí vai. Porém, corajosamente Michael “Peter Pan” Jackson com a ajuda e força de sua fiel amiga Elizabeth “Wendy” Taylor enfrentou e venceu cada Capitão Gancho que se levantou para destruí-lo.
Durante toda a sua vida mortal, Michael Jackson enfrentou bravamente muitos inimigos, passou por intensos momentos de angústia, mas sem se permitir perder a magia de viver com alegria, amor e pureza.Um dia o Deus do Céu decidiu que já era hora de Michael Jackson deixar a Neverland terrestre e construir a sua Neverland celeste. E foi assim que o nosso Peter Pan partiu desta Terra para uma melhor deixando milhares de fãs e amigos ao redor do mundo órfãos do seu amado e mágico homem-criança.
Possivelmente ninguém sentiu mais a perda de Peter Pan do que seus filhos e sua fiel amiga Wendy. Apesar de existirem muitos garotos que tiveram a infância roubada, Elizabeth se sentia só porque Neverland só existia onde existisse Michael Jackson. Com o corpo cada vez mais debilitado pela idade e com a ausência de Peter Pan e a Terra Nunca, Wendy talvez sentisse que a magia de viver, ainda que existisse, perdera muito o seu brilho, o seu encantamento.
Eu me pego imaginando agora Elizabeth Wendy no hospital, cercada por seus tão amados filhos, prestes a dar seu último suspiro. Com certeza ela não estava feliz em ter que deixar sua família e seus amigos, mas apesar disso a morte não lhe parecia um Capitão Gancho, não lhe causava alegria nem desespero, a morte era somente uma passagem deste mundo sem Neverland pra descansar das tristezas para um mundo em que a Neverland é eterna, em que Capitães Gancho não existem e onde Peter Pan nunca morre.
Sim, Elizabeth ficou triste antes de fechar olhos por ter que se despedir de seus filhos, mas uma vez que eles finalmente se fecharam, uma luz surgiu e ela se viu criança novamente aos nove anos de idade, pele alva, cabelos negros, os olhos cor-de-violeta mais brilhantes do que nunca. A mudança brusca a assustou por um momento, mas logo este sentimento a deixou quando avistou ao longe uma outra criança da sua idade vindo ao seu encontro, um belo menininho negro sorrindo encantadoramente para ela. Quando ele finalmente se aproximou, segurou suas mãos e com uma voz suave e meiga lhe disse:
- Seja bem-vinda, Elizabeth… de volta à Terra do Nunca.
Por : Brigitte Bloemen, Marina Dobler, Lisa Hochmuth, Miriam Lohr & Sonja Winterholler
Michael Jackson
Esse nome desperta algum tipo de emoção ou opinião em quase todas as pessoas do nosso planeta. Por quase quatro décadas, Michael Jackson foi um destaque de nível mundial. Seu talento como cantor e dançarino permanece inigualável na história do pop; sua música, suas apresentações, seus clipes e turnês revolucionaram toda a cultura pop. Inúmeros artigos, relatórios, livros e ensaios sobre ele têm sido publicados, na tentativa de oferecer uma visão mais minuciosa de cada aspecto de sua vida profissional e, aparentemente mais interessante para algumas pessoas, de sua vida pessoal. É fato que a vida de Michael Jackson é altamente documentada – seja de forma verdadeira ou não. Então, o que ainda pode ser dito sobre Michael Jackson que o mundo não saiba?
Bem, há um outro lado do homem, do mito, da lenda. São os seus fãs. A carreira de Michael Jackson jamais teria sido a mesma sem os milhões de fãs em todo o mundo, que permaneceram com ele por mais de 40 anos. Eles foram muito importantes não só para Michael Jackson, o artista, mas também para Michael, o ser humano. Seus fãs ficaram ao seu lado tanto nos momentos bons quanto nos ruins e o apoiaram quando a mídia tentou condená-lo. Mesmo quando o mundo inteiro se voltava contra ele, em suas provas e tribulações, Michael sempre podia contar com o apoio de seus fãs. Mas qual era a razão de tanta lealdade?
Este livro contém histórias e poemas que nenhum jornalista, biógrafo ou editor poderia escrever sobre Michael Jackson! Estes textos foram escritos por fãs e amigos de Michael que descrevem o excepcional relacionamento, o elo muito especial que existia entre eles e o ídolo. Ao ler essas histórias, você vai descobrir uma faceta de Michael Jackson que a maioria do público não conhecia, e entenderá por que seus fãs são considerados os mais leais de todos.
A ideia de criar este livro apareceu em nossas mentes muito antes do fatídico 25 de junho de 2009. Primeiramente, nós o tínhamos planejado como um presente para Michael. Quando ele anunciou seus shows em Londres, pensamos que seria o momento certo para transformar nosso conceito em realidade. Assim, no início de junho de 2009, começamos a entrar em contato com seus fã-clubes, comunidades e admiradores de todo mundo para recolhermos contribuições para o livro. Surpreendentemente, um amigo de Michael nos contou que tomou conhecimento da nossa ideia e que tinha adorado – e ele prometeu falar sobre o livro para o Michael quando fosse encontrá-lo no dia seguinte. Esse era o dia 23 de Junho de 2009.
Então, o inacreditável aconteceu em 25 de junho de 2009.
Passaram-se várias semanas até que pudéssemos pensar no projeto novamente. Naquele momento, porém, não fazia sentido continuar com o livro porque ele tinha sido projetado para o Michael. Tínhamos a intenção de mostrar a ele a alegria que trouxe para a vida de seus fãs, como ele os inspirou, como ele transformou vidas e como pequenas cortesias de sua parte significam tanto para nós. Não estávamos certos de que ele compreendia totalmente todas essas coisas. Ele provavelmente não sabia quão divertido era tudo isso para nós! Além do mais, nós temos certeza de que o Michael que conhecemos teria adorado ler sobre as experiências de seus fãs e seus encontros com ele (ou pelo menos seus esforços para realizar isso) através da nossa perspectiva. Nós acreditamos que ele teria rido muito!
De repente, esse projeto foi destruído. Não fazia mais sentido para ninguém continuar com o planejamento deste livro, então, pretendemos enterrá-lo junto com Michael.
Mas por alguma razão, o projeto não desapareceu de nossas mentes e começaram a formar-se perguntas em nossas cabeças. Percebemos que as próximas gerações de fãs de Michael Jackson nunca seriam capazes de experimentar o que nós pudemos. Como eles poderiam saber como era ser um fã na “era Michael Jackson”? Como eles poderiam aprender sobre o que o Michael gostava, como ele cuidava de seus fãs, como ele nunca perdia uma oportunidade de nos mostrar seu amor? Será que eles ouviriam falar sobre os “jogos de janela” e “espetáculos iluminados”, será que eles saberiam que o Michael era, diferentemente do que a mídia diz, um dos artistas mais acessíveis a seus fãs? Nós sabíamos que eles não encontrariam nada disso na mídia!
Percebemos que apenas nós, seus fãs, que experimentamos tudo isso, somente NÓS podemos contar essas histórias e o nosso amor e admiração por ele servem como um espelho da personalidade do Michael.
Assim, aos poucos compreendemos o quão errado seria deixar tudo isso passar em branco. Logo sentimos a necessidade de retomar este projeto, de fazermos o melhor possível para retratar e, então, preservar o Michael que conhecemos ao longo dos anos. Subitamente, nos tornamos testemunhas da vida de um dos cantores mais talentosos e, sem dúvida, o maior artista que já viveu neste planeta. Mas, talvez muito mais importante, somos testemunhas de um dos seres humanos mais sinceros que conhecemos e um verdadeiro exemplo de homem de valor.
Então, foi assim que começamos tudo de novo.
É verdade que foi muito difícil para os fãs recordarem suas memórias pessoais num momento de luto. Outros, entretanto, viram isso como uma forma de manter o Michael vivo ao relembrá-lo em suas histórias. Todos nós compartilhamos a sensação de que este livro pode perpetuar o seu legado e que sua publicação é importante – talvez, agora mais do que nunca!
Michael influenciou milhões ao redor do mundo! Ele tocou corações e nos abriu generosamente o seu. E nós aprendemos coisas muito importantes com ele – a amar, a cuidar e a doar! Por isso, decidimos que todo o dinheiro arrecadado neste livro irá para a caridade em nome de Michael.
Ser fã de Michael Jackson, para nós, sempre significou muita alegria, acreditar no impossível, correr atrás de nossos sonhos, nunca perder a esperança, amizade, fugir da rotina e nos divertir intensamente! Foi realmente um passeio no lado selvagem – e nós amamos cada segundo dele!
Que este livro ajude a manter viva a sua memória por muitas gerações de fãs que se seguirão. Não apenas do Michael Jackson, o superstar, o Moonwalker ou o Rei do Pop – mas também do Michael, do homem que tão abnegadamente tentou mostrar ao mundo que é tudo sobre A.M.O.R.
O que difere Ghosts dos outros curta-metragem que o Rei do Pop fez – Michael chama todos os seus videoclipes de “curtas-metragens” – são os elementos autobiográficos. Tudo que ele tem de mais profundo reside nesse fato.
Quem assistiu a Ghosts e não reconheceu elementos da vida de Michael Jackson não percebeu a dimensão essencial do filme. De fato, Ghosts fala muito mais de Michael do que suas entrevistas. Stephen King, que participou do roteiro, não foi a pessoa que deu ao curta-metragem sua extraordinária dimensão autobiográfica. Ele seria incapaz. Foi Michael Jackson, através de pequenos retoques nos diálogos, que deu ao filme toda sua profundidade sentimental.
Um espectador ingênuo e desavisado, à primeira vista, não percebe que é evidente que o confronto Maestro versus Prefeito repousa sobre a suposta ambigüidade sexual do Rei do Pop. Quando o Maestro pergunta “Vocês, crianças, não gostam quando eu faço minhas pequenas…vocês sabem?…”. Nessa hora, não é o personagem de Ghosts que fala, mas sim o próprio Michael Jackson.
Dentro dessa formidável atitude, frente à sociedade dita “normal” – na estória, encarnada pelos moradores do vilarejo -, Michael Jackson se permite ao luxo de fazer cinismo e, diante de todo o sofrimento que passou, fazer alusão ao caso Jordan Chandler. Diante de todos os pais, de toda a América bem pensante, ele pede às crianças presentes que apreciem as “pequenas coisas” que ele está habituado a fazer. Pura ironia, cinismo. Quais seriam as “pequenas coisas” a que o Maestro faz alusão?
Todo o cinismo do Maestro, o monstro esquisito que incomoda o vilarejo, se transforma em tristeza. A confiança e desenvoltura que Michael impõe ao personagem são verdadeiras. Quando o prefeito fala que “não faz joguinhos com aberrações”, o Rei do Pop argumenta que “não é necessário ser rude”, dando uma resposta infantil. Essa réplica vem de coração, é um papel que ele já conhece com experiência – o de “monstro”, “aberração”, frente ao que tablóides marrons costumam falar dele.
A primeira exibição de Ghosts remonta a 24 de outubro de 1996. Nesse dia, a MJJ Productions, empresa do Rei do Pop, organizou uma exibição VIP exclusiva para a Academia de Cinema de Beverly Hills. Depois disso, o filme começou a ser exibido antes do filme Thinner, de Stephen King – co-roteirista de Ghosts -, em uma dezena de salas de cinema nos Estados Unidos.
Essas exibições especiais, na ocasião da festa do Halloween, duraram uma semana, entre 25 a 31 de outubro de 1996. A versão de Ghosts que algumas centenas de americanos conheceram nessa época é diferente dessa que conhecemos hoje. O “Repórter Especial” vai revelar agora os detalhes que deram vida a uma nova versão do curta.
As Cores - O tratamento que foi dado as cores da edição original de Ghosts é diferente da segunda edição. Na versão original, um tom azul escuro banha as imagens. Essa colorização foi atenuada na versão final.
Efeitos Especiais - A transformação do prefeito, interpretado por Michael Jackson, que vira um monstro que se olha no espelho, é diferente nas duas versões de Ghosts. Na edição original, a cabeça do personagem se deforma bem lentamente, e essa cena é ligeiramente mais longa que na versão final. A mais assustadora das duas seqüências é a que conhecemos hoje.
Músicas - Para se ajustar a atualidade musical do Rei do Pop, uma mudança fundamental foi feita: “Ghosts” e “Is It Scary”, presentes em Blood On The Dance Floor – HIStory in the Mix, que não estão na versão original do filme, ocuparam o lugar de um remix de “2 Bad” que acompanhava as seqüências de dança. A divulgação do álbum Blood On The Dance Floor, lançado em maio de 1997, fez com que essas mudanças fossem feitas.
Jackson gravou cargas de material impressionante e não os colocou em seus álbuns regulares de estúdio. As razões para deixar faixas foram várias: às vezes simplesmente não havia espaço suficiente, às vezes elas não combinavam com o álbum como um todo, e outras vezes ele queria continuar trabalhando nelas. Muitas dessas canções, de qualquer modo eram tão boas quanto as que foram escolhidas para os álbuns. Infelizmente, isso significa que dúzias de faixas incríveis se tornaram quase que completamente ignorados pelos ouvintes em geral.
Abaixo, então, eu compilei uma lista Top Ten do que eu sinto que são as melhores canções que não entraram em álbuns de estúdio de Michael Jackson. Minhas regras foram incluir canções que a) nunca foram incluídas em seus álbuns originais, e b) foram oficialmente lançadas de alguma forma (por isso, faixas como “Blue Gangsta”, “Make or Break”, “A Place With no Name”, etc, não estão incluídas).
Minhas desculpas antecipadamente por inevitavelmente deixar de fora a jóia favorita de alguém.
1. In the Back Essa canção é genial. Coloque em um bom fone de ouvido e maravilhe-se com as camadas de som. Imagine o que está sendo comunicado em cada instrumento. Ouçam a dor em sua voz. “Dreams don’t last forever...”
2. Much Too Soon Acho que essa concorre com “She’s Out of My Life” como a mais pungente expressão de Michael sobre o pesar e o amor perdido. Letra linda. Autêntica, trágica, humana. Uma das minha favoritas de todos os tempos.
3. Streetwalker Como não estava em Bad? Bem, nós sabemos porque, mas é um testemunho do talento de Michael que canções como essa foram deixadas de fora. Grande energia, baixo marcante, harmonias ricas, e gaita fantástica!
4. Behind the Mask Essa canção poderia ter sido um grande hit em Thriller. É uma faixa única com todas aquelas ‘folhas’ de sintetizador, sua estranheza, aura pós moderna e mantras cyborg . Se a versão de Michael tivesse sido finalizada e lançada em 1982 poderia ter sido tão grande quanto ‘Beat It' (especialmente com um vídeo). Felizmente, a demo original deve sair em algum momento.
5. Scared of the Moon Uma canção de tom escuro sobre um trauma de infância. Muitos insights reveladores são embalados por esta assombrosa obra lírica.
6. Fall Again Eu me apaixonei por esta música a primeira vez que a ouvi. Linda balada melancólica. (Bônus: o final sem cortes no final de Michael apreciando um som incomum.)
7. Cheater Outra excelente faixa deixada fora de Bad. Crua, funky. Ouça os vocais dela – a maneira como ele corta a letra. E sua assinatura ressaltada.
8. The Way You Love Me Stevie Wonder ama essa [canção]. O que mais precisa ser dito? Com certeza sublimes harmonias vocais.
9. Beautiful Girl Lembra-me de certa forma “Liberian Girl”. Produção luxuosa com belos vocais. Simplesmente uma música maravilhosa.
10. We’ve Had Enough Michael não teve crédito suficiente por esta canção-protesto. Este é um apelo apaixonado que se constrói lentamente e vividamente, antes de explodir em desesperada revolta no auge. Aquele final aflito, “Oh não, oh não...por que você fez isso?” diz muito.
Menção Honrosa: “Someone Put Your Hand Out”, “Fly Away”, “Monkey Business”
Não há nenhum tema global, nenhum som consistente, nenhuma evidência do meticuloso ajuste de Jackson em cada nota, cada segundo, exatamente o que ele queria. Mas talvez isso seja uma coisa boa.
Quando você é o Rei do Pop, seus súditos naturalmente cedem à sua vontade – um problema que mais ou menos restringia Jackson desde “Bad”, quando ele rompeu com o grande produtor Quincy Jones. Com as trágicas circunstâncias em torno de “Michael”, lançado rapidamente em meses após a morte prematura de Jackson em 2009, nós podemos ver como o Rei do Pop se sairia se seus colaboradores estivessem em pé de igualdade.
A resposta: Muito bem.
Apesar de Jackson ter trabalhado nos anos que se seguiu após “Invincible” de 2001 por anos, ele não estava perto de terminá-lo, especialmente depois que ele direcionou seu foco para montar sua turnê “This Is It”. Julgando pelo que Jackson deixou para trás, a volta que ele tão desesperadamente desejava estava tão perto.
Poderia ter vindo da notável “Behind the Mask”, onde Jackson pegou um sample synth-pop da Yellow Magic Orchestra, escreveu sua própria letra para [a canção] e a cercou com a batida Europop que invadiu as paradas pop americanas.
Poderia ter vindo de “Keep Your Head Uo", a inspiradora canção R&B que veio de sua colacoração com Eddie Cascio e James Pprte quando ele estava morando com os Cascios em New Jersey em 2007. “Keep Your Head Up”, que é a canção gospel mais influente de Jackson desde “Man in the Mirror”, é ainda mais adequada agora do que quando ele a escreveu, com sua discussão sobre as lutas econômicas e tentando sobreviver.
Ou poderia ter vindo de "Monster”, Jackson aparece no hip-hop com um verso de 50 Cent que o rapper gravou este ano (2010). Juntamente com o primeiro single do álbum, “Hold My Hand”, sua colaboração com Akon, “Monster” é a canção que mais soa como Jackson, incluindo até mesmo backing vocals que ele cantou em um tubo de PVC para conseguir o efeito monstruoso certeiro.
Também escrita em New Jersey, “Monster” – que começa com um belo beatboxing de Jackson – é uma clamação por uma mistura com “Monster” de Kanye West. Essa é uma das duas canções em “Michael” que fala sobre o cansaço de Hollywood e dos paparazzi, continuando o tema que começou em “Hollywood Tonight”, que foi gravada durante as sessões de “Invincible” quase há uma década atrás.
As variações de tempo das canções fazem de “Michael” bem incomum. A tocante balada “Best of Joy” foi uma das últimas canções em que Jackson trabalhou – ele planejava finalizá-la enquanto estivesse em Londres em 2009 para os concertos “This Is It”. A balada “Much Too Soon” foi escrita na época de “Thriller”, quase três décadas atrás, mas não tinha sido lançada até agora.
Na doce “(I Like) The Way You Love Me”, que foi lançada como uma versão demo no “Ultimate Collection” em 2004, Jackson soa inocente de novo – como se todos os processos criminais, problemas de saúde e constante escrutínio nunca tivessem acontecido. É um momento tocante, o equivalente musical de uma ficha limpa. Mas a música também destava um dos problemas do álbum.
Apesar dos numerosos produtores no álbum terem dado um interessante ponto de vista sobre a música de Jackson, “Michael” também libera pequenas coisas que Jackson provavelmente nunca permitiria.
No final de “The Way You Love Me”, há um ciclo que soa como se a voz de Jackson fosse manipulada para trocar as notas e é repetida várias vezes da maneira como os amadores fazem quando querem esticar uma canção. É uma falha tão visível que aparece pra você imediatamente e um perfeccionista como Jackson provavelmente teria cortado.
A canção “Breaking News”, que foi estranhamente a primeira canção do álbum a ser revelada no website de Jackson, é uma outra faixa que ele provavelmente teria retirado, especialmente como ele se refere à ele mesmo na terceira pessoa, usando “Michael Jackson” como um gancho ridículo. Não é de se estranhar que após o lançamento de “Breaking News”, a família Jackson imediatamente começou a questionar se era, de fato, a música dele. (A Sony Music diz que trouxe os colaboradores de Jackson e musicólogos para determinar a autenticidade da faixa e determinaram que é sua voz.)
Eles não deveriam ter se preocupado, porém, porque o resto de “Michael” é inquestionavelmente Jackson. “Michael” não é, como muitos temiam, algum tipo de projeto, como os recentes álbuns de 2Pac, que calça gravações de voz de Jackson e constrói uma nova música ao redor delas. Estas são realmente suas canções, e na maior parte, elas não poderiam ter ficado melhores se Jackson tivesse terminado ele mesmo.
A maneira como Neff-U completa “Best of joy” é magistral, com Jackson cantando ‘I am forever” e a música desvanecendo.
“Michael” pode provar que ele estava certo sobre isso, considerando a forma de como amar os outros têm carregado seu legado.
Michael Jackson veio visitar incógnito a família Chaplin, em Corsier (VD). Rolf Knie serviu como um guia. O homem de circo conta este encontro inesquecível com um cantor educado e tímido, um prisioneiro de seu sucesso.
Era 17 junho de 1988 e Rolf Knie não esqueceu nada.
Mais de vinte anos depois, os sentimentos associados a este dia especial são sempre profundos. A descoberta de um simples e cativante Michael Jackson. A indignação com o que foi dito sobre ele, então ...
Naquele dia, o palhaço e agora produtor do circo Salto Natale serviu como guia para Bambi na famosa mansão Ban habitada pela família Chaplin, em Corsier-sur-Vevey. "Eu me lembro da delicadeza extrema de Michael, sua calma, sua timidez. Lembro-me da maneira que ele esperava que Oona Chaplin sentasse para fazer o mesmo, como ele não se atrevia a pedir primeiro uma Pepsi. São esses detalhes que denotam alguém. Foi apenas normal. Desde então, eu continuo em sua defesa quando atacado. Os jornalistas inventaram os horrores sobre ele. Por quinze anos, eles não vão parar a matança. "
Devemos dizer. Originalmente, à reunião, há Geraldine Chaplin, a filha mais velha de Oona e Charlie Chaplin. Em um show de Michael que ela foi, o cantor disse como que admirava seu pai. Geraldine telefonou para Rolf Knie, um velho amigo da família e frequentador no Manor. "Michael viria a Corsier. Você pode organizar algo? "
Em uma passagem de Michael em Basel, Rolf Knie começa: ele telefonou para o hotel e conheceu o seu agente, Frank DeLeo. "Alguns amigos me disseram que era louco e impossível ... Meia hora depois, no entanto, ele lembra o próprio Michael. "Ele estava muito feliz. Nós marcamos para uma sexta-feira às 15 horas. "
Nesse dia, as famílias Knie e Chaplin aguardam a estrela. O tempo passa, e isso não acontece. "Cerca de 15 h 30, o porteiro veio correndo, dizendo:" Alguém acabou de ligar e não peguei o nome dele. "Era Michael. "Peguei o telefone. Estava muito constrangido, desculpou-se mil vezes. Ele se perdeu e ele estava ligando de uma estação de serviço em Vevey ... O porteiro vai procurá-lo. O cantor chega sem guarda-costas, apenas acompanhado pelo seu assistente, um senhor de certa idade. "As lembranças são maravilhosas. Em seguida, ele brincou no parque com meu filho Gregory inocentemente. Eu acho que com as crianças ele é como é, ele poderia finalmente se mostrar normal. Ele se manteve um. "
Outro aspecto da estrela tem impressionado: "Ele sabia perfeitamente a vida de Chaplin, um verdadeiro dicionário. As datas dos filmes, os nomes dos atores, tudo. A idéia de um tipo inculto, era totalmente falsa "O paralelo entre Jackson e Chaplin parece natural para ele". Crianças pobres, inclusive ações judiciais contra eles. Eles emitem a mesma onda e eles tiveram problemas semelhantes com o mundo, quando eles têm como bem comum. Ambos não dão entrevistas. Eles responderam com seus filmes e suas músicas. Se soubessem, eles teriam gasto todo dia juntos. "
Dois meses depois, Michael Jackson chama Oona Chaplin e Rolf Knie para seu concerto em Lausanne. "Antes do show, visitamos seu vestiário. Havia longas mesas cobertas com caviar e salmão. Michael deu de ombros: "Ah, não é para mim, mas minha equipe está com fome ... "
No final, Rolf e Oona assistiram à partida precipitada da estrela: "A música ainda soava, quando ele foi rapidamente cercado por um carro por trás da cena. Nós o seguimos e temíamos: Milhares de fãs nos cercaram. Percebi o que Michael vivia cada dia. Ele era um prisioneiro de seu sucesso. "O palhaço mantém amargura. "Hoje eu estou com raiva contra aqueles que não têm misericórdia para com ele. E feliz que ele encontrou a paz. "
Michael com dois prêmios Honorários dados a Chaplin em 1929 e 1972 pela American Academy of Motion Pictures Arts and Sciences. A esposa Oona Chaplin como Oscar de melhor Trilha Sonora Original concedido em 1973. Na foto também está Rolf Knie.
A morte de Michael Jackson, o Rei do Pop, traz de volta as lembranças de seu encontro com a cidade Celluloid – MUMBAI, 13 anos atrás, quando ele fascinou milhares de pessoas com sua performance num show lotado
O evento foi organizado pelo Shiv Sena Udyog, sugerido pelo então líder do Shiv Sena Raj Thackeray com o objetivo de criar postos de trabalho para 27 jovens lakh em Maharashtra. Durante sua curta estadia aqui, a vida em Mumbai, foi centrada em torno de MJ e as suas “histórias”.
Chegada e boas-vindas
O Rei do Pop, chegou a Mumbai em 30 de outubro de 1996 no aeroporto de Mumbai Sahar em seu jet.Muitas pessoas lotaram o aeroporto para pegar um vislumbre dele. Jackson foi saudado pela bela atriz Sonali Bendre vestida com um sari de nove jardas e um nathni Maharashtrian (piercing no nariz), estando com um thali aarti para recebê-MJ, junto com Raj Thackeray, Thackeray Sharmila e inúmeros políticos que estavam lá para receber Jackson.
A atriz, congratulou-se com Jackson realizando ‘aarti e aplicação “tilak’ na testa dele ainda no aeroporto Outside Mumbai, Raj tinha organizado uma performance de uma trupe de dançarinos que vestiam roupas tradicionais Maharashtrian.
O popstar, foi conduzido em carreata de 20 carros para fora do aeroporto quando parou seu Toyota para atender os fãs alinhados ao longo da rodovia para pegar ve-lo Ele pegou várias crianças, abraçou e beijou-os.
Em seguida, ele passou alguns minutos com eles antes de proceder com o chefe Shiv Sena, de residência Bal Thackeray, Matushree, em Bandra East.Aqui, ele foi presenteado com uma tabla de prata e tanpura, que são instrumentos musicais da Índia.
É relatado que ele autografou o espelho do banheiro que ele usou na casa Shiv Sena chefe Bal Thackeray disse estar ainda orgulhosamente em mostrar sua assinatura
Mais tarde naquela noite, na festa especial organizada em sua honra por Bharat Shah (organizador do concerto) no Hotel Oberoi, ele fez uma aparição meras três minutos. Aparentemente, o cantor teve uma noite antes e queria se aposentar ao seu quarto cedo. A nata do Entretenimento Indústria Indiana e famílias reais estavam ali.
A maioria deles, é claro, ficaram altos e secos, exceto para o ator Anupam Kher, talvez, que a iniciativa de saltar no palco e agarrando a mão de Michael com um ‘Sim Michael, sim!’. Bharat Shah presenteou Michael com uma réplica de prata do Taj Mahal, na mesma festa.
De Shobha (escritor) foi o próxima a ganhar inspiração e ele mesmo disse à imprensa mais tarde: Apertar as mãos com ele era como um orgasmo!
No Hotel Oberoi e sua comida
Durante a sua estada no Hotel Oberoi, Jackson surpreendeu toda a equipe, misturando-se livremente entre seus fãs, que se aglomeravam no hotel para ver o ve-lo
“Ele cumprimentou seus fãs com sorrisos e mandando beijos e apertaram as mãos do maior número possível deles”, como contaram as fontes do hotel
Segundo Butler Manager, Sandeep Walia, que estava assistindo á ele com uma equipe de três mordomos, Michael ama o vinho branco doce. Isso é provavelmente o único tipo de álcool que consumiu durante a sua estadia no Oberoi. Além disso, ele adora bebidas de laranja, Fanta sendo o seu favorito e uma bebida de laranja especial alemã, Gatorade, que ele carrega com ele ,um monte de Diet Coke, Michael prefere suas bebidas na temperatura ambiente. Jackson tem uma queda por chocolates também, então O Hotel Oberoi é certo que havia chocolates, de todas as formas, tamanhos e sabores mantida em todos os cantos ao alcance do seu quarto.
A Suite Kohinoor no Hotel Oberoi foi decorado com flores, balões, confetes e taças de doces e chocolates para dar-lhe um espírito de celebração. Embora em seu quarto, Jackson não gosta de usar o ar-condicionado. Ele também gosta de seu espaço.Os guarda-costas foram instruídos a não chegar perto dele para dar-lhe espaço suficiente para se mover.
AIndia vai encontrar o Rei do Pop – Michael Jackson
Jackson pediu no Oberoi um jogador LLD e uma televisão, bem como um CD player para seu uso pessoal. Ele viaja com a sua própria biblioteca de CDs, LDs e passa a maior parte do tempo em casa, vendo filmes.
Ok isto é algo que realmente vai agradar aos seus fãs na Índia. De acordo com um dos homens de sua segurança, a Índia é o seu novo amor. Jackson sempre quis visitar o país e da última vez que seu show foi cancelado, ele ficou muito decepcionado e chateado.
Durante a sua estada em Bombaim, Jackson aproveitou a culinária indiana diversas, inclusive do sul da Índia e Mughlai.
Em sua primeira manhã aqui, ele comeu masala doce e no dia seguinte ele tinha paranthas alu picantes com manteiga. Suas outras refeições, principalmente composta por naans manteiga, manteiga de frango, frango tandoori e vegetal picante caril. Sua chef pessoal é de origem indiana e ela coordenava suas refeições com os outros chefs do hotel.
Michael Jackson definitivamente tem uma predileção por comida indiana, mas espere até ouvir isto De acordo com os funcionários do hotel, ele levou naans (suficiente para um exército), frango tandoori, pratos cozidos no molho de manteiga e um monte de paranthas lotado, na manhã em que estava voando para fora da Índia.
MJ e Crianças
O mundo sabe que ele adora crianças e há muitos em nosso país que desejam, eles eram crianças, porque o Michael só parecia ter tempo para elas, enquanto ele estava aqui.
As crianças de orfanatos foram convidados para conhecer e tocar com ele em um chá organizado na beira da piscina do hotel. Ele deu-lhes presentes e chocolates que ele tinha trazido com ele.
As fontes Hotel disse que havia uma festa organizada para as crianças em seu quarto, bem como, no dia do show em si. Cerca de 50 crianças foram convidadas e ordenou que dessem bolos e hambúrgueres á elas .Ele pediu ao hotel para fornecer-lhe alguns saris ele queria elas envolta dele em torno do sofá durante a sessão de fotos com as crianças, para dar a seus quadros o efeito étnico.
Burkhas foram arranjados para Michael porque ele queria visitar Aasha Daan, ashram de Madre Teresa em Byculla. . Mas devido a um calendário muito apertado, ele não foi capaz de cumprir seu desejo.
Ele iria pegar seu próprios jornais de fora da porta, que era normalmente muito no final da manhã. Michael é um vespertino. Quando regressou ao átrio do hotel depois de seu show de sopro da mente, ele cruzou as mãos em um namastê e mandou beijos para todos os seus fãs, antes que ele entrar no elevador. Segundo a equipe, ele foi tão enérgico depois do show, como era antes, talvez! O desempenho de duas horas e 15 minutos de duração não tinha cansado ele, no mínimo.
O SHOW
Bruce Springsteen e Bryan Adams vieram antes dele. E Bon Jovi, Elton John e Enrique Iglesias muito mais tarde. Mas Mumbai só fala sobre Michael Jackson tocando ao vivo no Sports Complex Andheri, em novembro de 1996.
Os mais de duas horas o desempenho a longo em 1 de novembro no Complexo de Esportes Andheri foi um evento espetacular, com os fãs apalaudindo a cada momento. Os efeitos especiais são realmente impressionantes e, quanto ao Michael, ele pode ser chamado merecidamente o melhor desempenho no mundo. Para os presentes no show, foi uma experiência fora do corpo!
Para o show de Michael todo o seu equipamento voou em três aviões de carga russos Antanov. O palco era de 60 metros de altura e 210 m de largura e tinha três equipes para trabalhar com ele – uma equipe de montagem, uma equipe de desmontagem e uma equipe de espera também. Isso é o que eles chamam de organização perfeita. Levou pelo menos 24 horas para montar toda a estrutura e prepará-lo para o show e menos de seis horas para derrubá-lo. O quarto verde estava debaixo do palco e teve quatro divisões – A sala de meditação, sala de repouso, sala de fotografia e do quarto VIP. A sala de repouso foi ornamentada como uma sala indiana real com uma decoração condizente com o Rei do Pop.Esta sala tinha 20 aparelhos de ar condicionado instalado e foi batizado de Marquee ar-condicionado. Michael usa a sala de fotografia para as sessões de fotografia. Os poucos afortunados que foram autorizados a acompanhá-lo debaixo do palco, eram os seus guarda-costas, o tour manager e seu gerente guarda-roupa.
O tanque que foi usado no palco como um suporte em “A Canção da Terra” foi feita de blocos de madeira compensada, no entanto pareceu tão autêntico quanto um tanque de batalha.Os outros adereços, como os edifícios em ruínas e o vaivém Michael usado para fazer uma entrada triunfal , também era feita de material dobrável que pode ser facilmente desmontada.
Uma rota especial foi traçada para conduzir Michael e sua comitiva até ao Estádio e para fora dele E foi só em 8:30 que ele realmente chegou ao estádio.
O Rei do Pop Michael Jackson fez uma grande entrada, que eu acho que nunca foi visto antes e nem depois. Michael Jackson foi erguido num guindaste em meio a uma nuvem de fumaça artificial. Houve aplausos e gritos.
O show teve seus momentos de concurso próprio, quando ele deixou todos os presentes em lágrimas. E que incluía Michael, que foi às lágrimas com a resposta esmagadora que ele recebeu do público indiano, pela primeira vez.“Este tem sido o melhor show da HIStory Tour”
Críticas
A turnê de Michael Jackson em Mumbai também tinha provocado polêmica com críticos questionando noções de cultura. ” Eles viram algo estranho nos valores do cantor representados e disse: “Quem é Michael Jackson e como diabos ele está ligado à cultura hindu.”
Bal Thackeray respondeu aos críticos dizendo:
“Jackson é um grande artista, e devemos aceitá-lo como um artista. Seus movimentos são incríveis. Muitas pessoas não podem dançar assim. Você vai acabar quebrando o seu bones.E bem o que é cultura? Ele representa os valores determinados na América , que a Índia não deve ter nenhum receio em aceitar. Gostaríamos de admitir que parte da América é representada por Jackson “
Uma promessa não cumprida …=(
Depois que Michael Jackson já tinha ido, quando o hotel estava preparando o seu pacote para o próximo convidado VIP, eles encontraram um presente de Jackson para eles: o grande cantor havia rabiscado uma mensagem para a Índia e fãs indianos sobre o travesseiro que tinha dormido naquele dia“A Índia, toda a minha vida eu quis ver seu rosto. Eu conheci você e seu povo e me apaixonei por você. Agora meu coração está cheio de tristeza e desespero, porque eu tenho que sair, mas eu prometo que voltarei a te amar e acariciá-lo novamente. Sua bondade tem me invadido, a sua consciência espiritual tem me emocionou, e seus filhos têm realmente tocou meu coração. Eles são a face de Deus. Eu realmente amo e te adoro Índia. Para sempre, continuamos a amar, curar e educar as crianças, o futuro brilha sobre eles. Você é o meu amor especial, na Índia. Para sempre, que Deus vos abençoe sempre “
Bharat Shah, joalheiro e financiador filme, diz comprei o travesseiro por uma quantidade fabulosa de um leilão de caridade.Eu não sei o que ele fazer com ela. Mas a promessa de Michael Jackson para voltar para a Índia continua por cumprir. RIP MJ.
O mundo não se satisfaz com Michael Jackson. Aos Estados Unidos foi dado um raro presente; duas horas de cenas selecionadas e narradas pelo próprio Rei do Pop, Rock e Soul, Michael Jackson.
O teatro em Neverland Valley Ranch, aconchegado nas colinas de Santa Ynez, é parte do paraíso criado pelo gênio de Michael Jackson. É um sonho de teatro onde chocolates e sorvetes são grátis, os assentos vermelhos e confortáveis se inclinam e giram suavemente e o chão é livre de sujeiras. Suítes especiais para visitantes surgem do chão do teatro, mas você não verá essas acomodações nessa noite. Essa noite, o teatro está preparado para a narração pessoal de Michael, das cenas especialmente selecionadas de sua vida; sua vida musical e sua vida com amigos e família. Durante essas duas horas, Michael mostra cenas de bastidores dos concertos de dos vídeos, mas também você o verá fazendo compras, visitando parentes e a família, e passando tempo com amigos. Mas a melhor parte do show é a narração de Michael. Ouvir o que ele tem a dizer sobre seus fãs, seu primeiro Natal, Elizabeth Taylor, lutas d’água, crianças, o mundo e sua família.
Cada segmento do especial “Private Home Movies” é introduzido com músicas e trechos de filmes facilmente reconhecidos pelos fãs de Michael Jackson. Dentro de alguns toques, você é instantaneamente transportado àquele lugar onde certas canções te levam… Jam… Smooth Criminal… Bad… Remember The Time… a música está toda lá. Os fãs reconhecerão cenas de Eddie Murphy fugindo do falcão em Remember The Time, Michael competindo com Michael Jordan em Jam, Macauley Culkin e Michael encremando John Landis com tortas e Chris Tucker e Michael nas filmagens de You Rock My World. Os fãs reconhecerão trechos de shows ao redor do mundo e identificarão prontamente com o fenômeno que é Michael em concerto.
Mas há mais coisas no especial. Existem cenas de eventos sobre os quais ouvimos falar mas nunca o vimos, tais como a preparação espetacular de Elizabeth Taylor do Natal em Neverland, que nunca foi comemorado por Michael. Sem falar do elefante que ela deu a ele, que ficou contente e levemente tênue ao seu primeiro encontro com o presente!
Algumas das cenas foram filmadas pela família. A cena da visita da família a parentes no estado americano do Alabama foi de interesse especial. Muitas vezes, é fácil esquecer que celebridades são pessoas reais com vidas reais e raízes. Uma das partes mais refrescantes do especial foram aqueles momentos cândidos de Michael com sua família, sendo ele mesmo.
Pela primeira vez você vê um lado de Michael que a imprensa fez o possível (e o impossível) para esconder. Os fãs de Michael Jackson ao redor do mundo sabem disso há anos. Michael parece ter uma paixão por suas memórias e por seus amigos. Ele vê sua vida como um presente e não hesita em se doar.
A narração do show inteiro é feita por Michael, então é tudo excitante de se ouvir, existem momentos que você deveria estar com aqueles fãs que não viram esse show. Primeiro, no começo do show ele conversa sobre turnês e seus fãs.
“As gravadoras geralmente gostam que você dê suporte ao álbum através de turnês. E eu não gosto. Eu gosto de me relacionar com os fãs, dando a eles a chance de me ver face a face porque você vai de Hong Kong à África, da China ao Brasil, Singapura, Suíça, Londres, Paris, Rússia e os estádios ficam apertados e a energia é grande, é fantástico. Não sei como eles apreciam o show porque ele todos estão de pé, eles não querem cadeiras mesmo se houvessem cadeiras para todos. Então nós temos uma tenda ao lado, existem geralmente 5.000 desmaios a cada noite e temos todo o material lá e os paramédicos. Mas viajar é uma coisa difícil. Você vai de um continente ao outro, fica com sono, o fuso-horário muda e você não pode dormir depois do show, sua adrenalina fica lá em cima.”
Fora da câmera: “Podemos fazer de novo sem as coisas negativas sobre as turnês?”
Michael: “Não gosto “
Fora da câmera: : “Eu sei”
Michael: “Não gosto de viajar, farei uma coisa positiva então, mas você sabe a verdade.”
Fora da câmera: “Vamos lá. Ação Michael.”
Michael “Amo viajar.” (Todos começam a rir, incluindo Michael)
Michael: “Por quê vocês todos estão rindo? Eu estava pronto para entrar nisso.”
“Mas é sério. Se existe uma parte boa nas turnês, são os fãs. Amo meus fãs. Você vai de uma cidade a outra em qualquer lugar do mundo e eles sabem todas as suas canções e movimentos de dança, tudo. Eles até vêm com a fita nos dedos, chapéus, luvas, tudo. É simplesmente uma experiência maravilhosa. Faço turnês pelos fãs, e é muito importante dar a eles o melhor show possível.”
“Também é uma coisa espiritual. Quando tocamos certas canções como ‘Heal the World’, ‘We are the World’ ou ‘Man in the Mirror’ o estádio inteiro é iluminado com esses isqueiros Bic que eles usam. E eles sabem quando fazer. Você toca uma corda e eles sabem exatamente o que é. É muito emocional, digo, é divertido. E eu amo entreter, é uma das minhas coisas favoritas. Acho que os fãs entendem isso, realmente, sei que eles entendem porque quando eu ando no palco eles me dão tanto amor e isso é em qualquer lugar que vou, todo o tempo que ando no palco. (Assistindo ao filme do show e aniversário de 1993). Um dos melhores momentos está bem aqui, no meio do show e é meu aniversário e estou a milhares de quilômetros de minha família, quando eles me surpreendem com uma banda de marcha e depois eles trazem este lindo e grande bolo de aniversário, eu notei que ganhei uma família em todo o mundo e em qualquer lugar que vou porque meus fãs mostram-me o amor e eu os amo da mesma forma.”
Ao fim do show Michael mostra seus filhos ao mundo. Para os fãs, esses são os dez minutos mais tocantes. As cenas de Prince e Paris são mostradas com seus rostos embaçados. Eles correm ao redor dos pisos de madeira da casa em seus brinquedos e são vistos brincando com amigos. Numa das cenas finais, Michael senta no chão com os dois em seus braços. É evidente que essas crianças são felizes, saudáveis e muito bem amadas.
“Você viu muitas cenas hoje de minha vida, minhas alegrias, minha felicidade, você sabe. Mas o que você vai ver agora é o que tenho mais orgulho. O que acho que a vida é.” (“You Are My Life” toca ao fundo enquanto cenas de Paris e Prince brincando em casa são mostradas. Seus rostos estão nebulosos.) “Amo e adoro meus filhos. Significam tudo para mim. Quando eles estão em público, embora eu esconda seus rostos, quero que eles fiquem protegidos. Em casa levam uma vida normal. Brincam com outras crianças, e se divertem, eles riem muito, correm, até vão à escola, mas em público devo protegê-los.”
Mas o momento mais precioso do show inteiro foi quando Paris foi perguntada, “O que você vai ser quando crescer.” E ela respondeu rapidamente, “Vou ser como meu papai.”
por Kevin Mendelsohn / Andréa Faggion / Bruno Pórpora
Como é notório e de conhecimento mundial, Michael Jackson não está mais presente nesse mundo. Os mais religiosos costumam dizer que ele está "no céu", "ao lado do Senhor", "morando com os anjos" - acalme-se, não foi uma ironia.
Durante a madrugada de 12 de Outubro pudemos testemunhar em Facebook, Twitter, Orkut, MySpace e na MJ Beats a expectativa de inúmeros fãs que aguardavam com furor a primeira música póstuma de Michael Jackson (odeio dizer isso) estrear na rede.
Houve congestionamento nos servidores da Sony Music, claro que nada comparado ao colapso das vendas pela Ticketmaster em Março de 2009, quando Michael (em pessoa) anunciou que faria uma temporada de shows em Londres, a qual chamou de "This is It".
Coincidentemente - ou não - o nome do single póstumo de estréia tem o mesmo nome da temporada: "This Is It". Creio que até aí não tenha ocorrido nenhuma novidade. Na verdade, no desenrolar deste texto, talvez não haja realmente novidades. Mas, vamos lá!
Como íamos dizendo: acompanhamos a expectativa da estréia de "This Is It" no MichaelJackson.com à 01h da manhã do dia 12 de Outubro de 2009. A reação do grupo dos fãs mais emotivos foi muito comovente. Inúmeras postagens ao redor do mundo elogiando a música e perguntando aos céus "por que tinham que tirar Michael deste mundo".
Os trending topics do Twitter colocaram #ThisIsIt entre o TOP10 muito rapidamente. "Michael Jackson" era um dos assuntos mais quentes do microblog.
O grupo dos fãs mais céticos já desconfiava do óbvio: a música é demo da década de 1980 e só teve novos vocais dos velhos Jacksons adicionados - notícia que a Sony Music confirmou durante o dia. No entanto, por que isso reduziria um milésimo da admiração e respeito que eles têm por Michael, se o cantor teve tanta participação nesse lançamento quanto no preparo do próprio funeral?
São esses insatisfeitos, que seriam capazes de exumar o cadáver do cantor para espancá-lo, questionando por que ele não criou aquilo que eles queriam. Como ele não imaginou que poderia morrer a qualquer momento e, portanto, precisava ter deixado esse single regravado e prontinho para o lançamento póstumo tão oportuno?
De quebra, já que estariam com a mão na massa, para não perderem a viagem ao Forest Lawn, aproveitariam para perguntar o porquê do outrora garoto prodígio de Gary ter feito playback durante a turnê mundial de HIStory. E que ele não viesse com desculpas furadas, como calos nas cordas vocais ou inflamação crônica nos pulmões.
Ele que ousasse bancar o humano enquanto tivessem em mãos seu... cadáver. Claro, antes do "último adeus ao Rei do Pop", ainda valeria uma última pergunta ao músico que quebrou barreiras raciais em um dos raros momentos em que deixou a "vagabundice" de lado: "por que Akon e Will. I. Am, eles bradariam aos prantos.
Esse terceiro grupo de insatisfeitos gosta bastante de colocar seus currículos em destaque na conversa a fim de tentar comprovar suas teorias "acadêmicas". "Sim, porque eu sou músico", diz o rapaz de nenhuma gravação, que acaba de chamar Michael de folgado por não ter terminado a música de cuja existência ele dificilmente se lembrara nos últimos 20 anos.
"Eu estou estudando psicologia", informa a moça que vive de mesada dos pais, ao chamar a letra de fraca para os padrões do recém-partido músico.
O Senhor Jackson deve se contorcer no túmulo quando vê frases do tipo: "ah, ele voltou a cantar como um negro americano". Aham...é claro, antes disso Michael cantava feito um japonês amarelo com bolinhas rosas, ou então um chileno exilado em Cuba em plena Guerra Fria ou ainda um panamaense, cuja mãe veio a falecer envenenada com a maçã da Branca de Neve.
Longe de mim julgar (claro!) mas já que opinião todos podemos dar, então: Frustrados. São pessoas frustradas com suas próprias vidas e tentam ver em Michael Jackson o que gostariam de ser. Talvez essa seja a realidade. Tentam enquadrar um gênio baseados no seu próprio cotidiano. Quem realmente admira e apóia não tenta qualificar, apenas admira. Por mais pública que tenha sido a vida de Michael Jackson nos últimos 50 anos, é incontestável o valor cultural que ele deixa como um dos seus legados.
Qualquer criti"cuzinho", fã ou não, que se arrisque a explicar o artista Michael Jackson estará cometendo um erro, afinal arte é gozo e fruição estética, não cálculo matemático, demonstração lógica ou aplicação de fórmulas prontas. Michael, sem nem mesmo ler partituras musicais, moldou sons em música pela centelha do gênio que brilhava no íntimo de sua alma, que, por isso, se tornou imortal em sua obra. Sim, ele é Rei do "Pop", e esse "pop" é "popular" e, se é popular, então é para todos e, se é para todos, então todo o universo pode usufruir. Piedade aos pseudo-eruditos fracassados que preferem esquadrinhar a obra de Michael, incapazes que são de simplesmente serem tocados pelo que quer que seja.