quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Michael Jackson e sua amizade com o casal de Taiwan
Um fã de Taiwan Srª. Ma não só conheceu Michael com sua família, mas também ela se tornou uma amiga próxima de Michael há muitos anos. Srª. Ma sempre manteve a discrição sobre a amizade de sua família com Michael Jackson por 17 anos. Só depois da morte repentina de Michael em junho de 2009, que a Srª. Ma falou pela primeira vez sobre o assunto na mídia, sobre sua amizade com o Rei do Pop. Ela fez um tributo de forma gentil, amorosa e acessível para o Rei do Pop. Ela compartilhou suas memórias com um amigo extraordinário e disse como ela achava que Michael foi mal interpretado por muitos.
Foi uma mensagem de fax que levou à amizade entre Michael e a Família Ma. Durante a turnê Dangerous em Taiwan, em setembro 1993, Srª Ma e seu marido estavam com dificuldade para conseguir ingressos para o show, para as filhas gêmeas de 9 meses, a bilheteria não autorizou vender para os bebês por preocupação com a segurança. Ma nem chegou a pagar por ele, quando aquele teria sido o último dia do concerto de Michael em Taiwan. Ela decidiu fazer uma tentativa e enviar um fax para o hotel que Michael estava hospedado, ela abordava-o diretamente com a mensagem de fax a pedindo-lhe para permitir que suas gêmeas fossem ao show. Ela realmente não esperava que Michael fosse vê-lo, em seguida soube que Michael respondeu a ela. Ele imediatamente enviou-lhe passes VIP para toda a família para poder ver o show e conhecê-lo pessoalmente no seu quarto de hotel após o show.
Quando a família chegou a Suite Presidencial, Michael já estava de pijamas, pronto para ir para a cama. Eles encontraram o superstar que foi muito amável e acessível, Ma lembra que ele ficou tão fascinado pelas gêmeas, ele quis saber tudo sobre a educação de suas filhas. As bebês gêmeas ficaram engatinhando em seu quarto, teve um momento, que uma das gêmeas agarrou seu leitor de CD e começou a mordê-lo, Michael imediatamente pegou o bebê e suavemente disse-lhe: "Não pode mordê-lo, isso pode te machucar."
Ma lembra que Michael ainda não era pai durante esse tempo, mas foi muito protetor com as crianças.
Quando disse adeus, Michael pessoalmente os escoltou até o elevador e prometeu convidá-los a ir visitá-lo quando ele voltasse para a América na sua casa em Neverland. A família Ma nunca levou suas palavras a sério, mas Michael falou sério! Durante os 17 anos de amizade que Michael teve com a família Ma, foram capazes de visita-lo seis vezes em Neverland, e até mesmo viajaram com ele para outras partes do mundo. Todas as vezes que dissemos adeus, ele entendia como palavras "Eu sempre vou te amar". Ele parecia que simplesmente queria ser amado.
Michael adorava as gêmeas, quando ele retornou a Taiwan para a turnê History, em 1996, ele convidou as gêmeas para uma performance da música "Heal The World" com ele no palco. Ele ainda convidou a família para segui-lo com a turnê History com ele. As gêmeas também foram destaque no "Heal The World", em Durban, África do Sul e ele disse que esse seria o seu último concerto.
Michael confidenciou coisas com a Srª. Ma, ele disse que sua luva de lantejoulas icônica, foi usada para esconder o problema do vitiligo que apareceu pela primeira vez em sua mão, a luva tournou-se surpreendentemente sua marca registrada sua assinatura. Michael ainda se refere a si mesmo como um chinês, que de acordo com ele, sua mãe, Katherine era descendente de chineses. Michael sempre expressou desejo de fazer shows na China.
Segundo o organizador do concerto de Taiwan Sr. Yu, durante suas 2 Turnês Dangerous e HIStory, em Taiwan nos anos 90, Michael pediu sua ajuda para realizar shows na China, apesar de Yu tentar de tudo, durante esse período a China ainda não estava pronta a permitir artistas pop ocidentais.
Srª Ma conheceu o lado sincero de Michael, o lado puro e inocente como um meninão, ele era surpreendente amoroso, com muita magia, muito compassivo, muito confiante e muito carinhoso. Ela espera que através da partilha dessa sua história, o mundo conheça a verdadeira natureza do Michael. O mundo não apenas conheça um gênio musical, mas uma alma bonita.
Abaixo está o link do vídeo que aparentemente foi enviado por Michael para a família Ma após a turnê History, com as gêmeas Ma e com Michael cantando "Heal the World", em Kaohsiung, Taiwan Sul. No final da canção, MJ faz um esforço para dizer "eu te amo" em mandarim para o público.
Fonte:: MJJ Secret Lovers
domingo, 3 de outubro de 2010
A ponte cai - Michael Jackson and Friends
Em 1999, Michael Joseph Jackson participou do 'Michael Jackson & Friends', shows beneficentes que teriam a participação de vários artistas, e que apoiariam a 'Fundação de Ajuda às Crianças Nelson Mandela', a 'Cruz Vermelha' e a 'UNESCO' (aquela que organiza o 'Criança Esperança'). Após se apresentarem na Coréia, Michael e os outros artistas seguiram para a Alemanha, onde iriam realizar um concerto no Estádio Olímpico de Munique.
Era Junho de 1999. Umas 5 horas da tarde, o show começou. Vários artistas se apresentaram, até que chegou a vez de... MICHAEL JACKSON! A performance mais esperada de todas. Ele entrou no palco e começou um Medley, como aquele que cantou no MTV Music Awards de 1995: The Way You Make Me Feel, Black Or White e Billie Jean.
Depois disso, Michael Joseph Jackson começou a apresentação mais chocante - em todos os sentidos - daquele concerto. Era a música Earth Song, lançada em 1995, no álbum HIStory. Parecia uma performance normal, até que uma ponte surge na frente do palco, se unindo em 3 partes. Era a denominada 'ponte sem retorno'. Michael sobe nela por um dos lados, enquanto fogos e estalos seguem seus passos. Ele chega no topo. Mais e mais explosões são acionadas. Os lados da ponte são separados, e o meio fica 'solto' no ar. Até aí, tudo estava ocorrendo como planejado.
"Os seguranças de Michael pareciam preocupados, e sem aviso nenhum o topo despencou do alto. Se ouve um estrondo, e deu para escutar o Michael gritando um 'ooooooochhhh' de dor", relatou um fã que estava na platéia do show, "Só quem estava perto do palco notou tudo isso acontecer, para o restante do público foi apenas parte do espetáculo. Mesmo sofrendo, com a mão sangrando um pouco, Michael continuou a música até o fim, sem errar, nem mesmo trocar as letras: isso é que eu chamo de profissionalismo!".
Sua maquiadora e amiga Karen Faye confessou que entrou em pânico ao ver a ponte despencando na frente do palco: "Comecei a correr atrás do palco em pânico ao ver como a ponte desapareceu rapidamente para baixo da frente do palco, batendo diretamente no chão! Meu coração parou! Para mim, o tempo parou!".
Após o encerramento, com You Are Not Alone, o Rei do Pop foi levado ao hospital. Ele não sofreu nada grave, porém sua coluna foi danificada. Tudo isso só serviu para comprovar o quanto Michael amava seus fãs, e dava o seu melhor para agradá-los.
E, para finalizar, uma revelação:
"Sabe, naquele momento a única coisa que eu ouvi na minha cabeça, era a voz de meu pai dizendo para mim: Michael, não decepcione o público!"
CRÉDITOS:Michael Jackson FC
sábado, 2 de outubro de 2010
MJ: Discurso na Universidade de OXFORD
Em 6 de março de 2001, Michael Jackson falou aos estudantes da Universidade de Oxford, para promover sua nova iniciativa, "Heal the Kids".
"Heal The Kids" foi criado para promover uma campanha com o fim de incentivar pais e adultos em todo o mundo a priorizarem a infância. O projeto buscava alertá-los sobre a importância de reorientarem suas vidas de forma a reestabeler os laços perdidos entre pais e filhos, através da oferta de amor incondicional, perdão e cuidados às crianças, interrompendo assim um ciclo de negligência que trouxe consequências desastrosas para a humanidade.
Obrigado, muito obrigado, queridos amigos, do fundo do meu coração, por uma recepção tão amável e espirituosa, e agradeço-lhe, Senhor Presidente, pelo seu amável convite para mim, que estou tão honrado em aceitar. Gostaria também de expressar um agradecimento especial a você, Shmuley, que durante 11 anos serviu como rabino aqui em Oxford. Você e eu temos estado trabalhando tão duro para criar a "Heal the Kids", bem como para escrever o nosso livro sobre as qualidades da criança, e em todos os nossos esforços você tem sido um amigo tão solidário e amoroso. E eu também gostaria de agradecer a Toba Friedman, nossa diretora de operações da "Heal the Kids", que está retornando hoje para a Universidade que cursou, onde ela serviu como uma estudiosa Marshall, bem como a Piels Marilyn, um outro membro central de nossa equipe da "Heal the Kids" .
Eu sou muito simples para fazer palestra em um lugar que tem sido ocupado por figuras notáveis como Madre Teresa, Albert Einstein, Ronald Reagan, Robert Kennedy e Malcolm X. Eu mesmo ouvi que Caco, o Sapo, fez uma aparição aqui, e eu sempre senti uma afinidade com Caco na mensagem de que não é fácil ser verde. Tenho certeza que ele não achou mais fácil estar aqui do que eu! [risos]
Quando olhei ao redor de Oxford, hoje, eu não poderia colaborar, mas estar ciente da majestade e grandeza desta grande instituição, para não mencionar o brilho das grandes e talentosas mentes que percorreram os seus caminhos ao longo dos séculos. As paredes de Oxford não apenas abrigaram os maiores gênios filosóficos e científicos - elas também nos legaram alguns dos criadores mais queridos da literatura infantil, de JRR Tolkien a CS Lewis. Hoje eu estava autorizado a mancar [referindo-se ao seu pé quebrado] para o refeitório na Igreja de Cristo para ver "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll, imortalizada nos vitrais das janelas. E mesmo um dos meus próprios compatriotas americanos, o amado Dr. Seuss, agraciado nestas salas, depois passou a deixar a sua marca na imaginação de milhões de crianças em todo o mundo.
Acho que deveria começar por listar minhas qualificações para falar diante de vocês esta noite. Amigos, eu não tenho a pretensão de ter a experiência acadêmica de outros oradores que discursaram nesta sala, assim como eles pouco poderiam reivindicar serem perito no moonwalk - e sabe, Einstein, em particular, foi realmente terrível nisso.[risos]
Mas eu tenho a pretensão de ter experimentado mais lugares e culturas do que a maioria das pessoas jamais verá. O conhecimento humano não consiste apenas de bibliotecas de pergaminho e tinta - também é composta pelos volumes de conhecimento que são escritos pelo coração humano, esculpido na alma humana, e gravado na psique humana. E, amigos, tenho enfrentado tanto nesta minha vida relativamente curta que eu frequentemente não posso acreditar que eu tenho somente 42 [anos]. Costumo dizer a Shmuley que na idade da alma, eu tenho certeza que eu tenho pelo menos 80 - e hoje eu até mesmo ando como se eu tivesse 80! [risos] Então, por favor, escutem a minha mensagem, porque o que tenho a dizer a vocês esta noite pode trazer cura para a humanidade e cura para o nosso planeta.
Através da graça de Deus, tenho tido a sorte de ter conseguido realizar muitas das minhas aspirações artísticas e profissionais no início da minha vida. Mas estas, amigos, são conquistas, e conquistas por si só, não são sinônimo de quem eu sou. Na verdade, o animador de cinco anos de idade, que cantou Rockin 'Robin e Ben para multidões de adoradores não era indicativo do menino por trás do sorriso.
Hoje à noite, eu venho diante de vocês menos como um ícone do pop - seja lá o que isso significa de qualquer maneira, e mais como um ícone de uma geração, uma geração que já não sabe o que significa ser criança.
Todos nós somos produtos de nossa infância. Mas eu sou o produto da falta de uma infância, uma ausência dessa preciosa e maravilhosa idade quando nós brincamos alegremente sem nenhum cuidado no mundo, deleitando-nos na adoração dos pais e familiares, onde a nossa maior preocupação é estudar ortografia para o grande teste que virá segunda de manhã.
Aqueles de vocês que estão familiarizados com os Jackson Five sabem que comecei a atuar na tenra idade de cinco anos e que, desde então, não parei de dançar e cantar. Mas, embora me apresentar e fazer música, sem dúvida, permaneçam como algumas das minhas maiores alegrias, quando eu era jovem o que eu queria mais do que qualquer outra coisa era ser um típico menininho. Eu queria construir casas na árvore, ter lutas de balão de água, e jogar às escondidas com os meus amigos. Mas o destino foi diferente e tudo que eu podia fazer era invejar os risos e brincadeiras que pareciam estar acontecendo ao meu redor.
Não houve descanso na minha vida profissional. Mas aos domingos eu ia para o "pioneirismo", o termo usado para o trabalho missionário que as Testemunhas de Jeová fazem. E foi então que eu fui capaz de ver a magia da infância de outras pessoas.
Como eu já era uma celebridade, eu tinha que vestir um disfarce de gordo, terno, peruca, barba e óculos e nós passávamos o dia nos subúrbios do Sul da California, indo de porta em porta ou fazendo as rondas em shopping centers, distribuindo a revista Sentinela. Eu amava pôr o pé em todas as casas suburbanas comuns e avistar os tapetes de pelúcia e poltronas La-Z-Boy com crianças jogando Monopólio e suas avós pajeando, todas aquelas cenas maravilhosas, comuns e estreladas da vida cotidiana. Muitos, eu sei, diriam que essas coisas não parecem grande coisa. Mas, para mim eram hipnotizantes.
Eu costumava pensar que eu era único no sentimento de que eu estava sem infância. Eu acreditava que, na verdade, havia apenas um punhado com quem eu poderia compartilhar estes sentimentos. Quando recentemente me encontrei com Shirley Temple Black, a grande estrela infantil das décadas de 1930 e 40, não dissemos nada um ao outro em primeiro lugar, simplesmente choramos juntos, pois ela poderia compartilhar comigo uma dor que apenas outros, como meus amigos próximos Elizabeth Taylor e McCauley Culkin, compreendem.
Eu não digo isso para ganhar sua simpatia, mas para marcar o meu primeiro ponto importante: não são apenas estrelas infantis de Hollywood que têm sofrido da inexistência de uma infância. Hoje, isso é uma calamidade universal, uma catástrofe mundial. A infância se tornou a grande vítima da vida moderna. Em torno de nós, estamos produzindo dezenas de crianças que não tiveram a alegria, a quem não foram concedidos os direitos, a quem não foi permitido a liberdade, ou a saber como é ser uma criança.
Hoje, as crianças são constantemente incentivadas a crescer mais depressa, como se este período conhecido como infância fosse uma fase pesada, a ser suportada e atravessada tão rapidamente quanto possível. E sobre esse assunto, eu sou certamente um dos maiores especialistas do mundo.
A nossa é uma geração que testemunhou a aniquilação da aliança entre pais e filhos. Os psicólogos estão publicando bibliotecas de livros detalhando os efeitos destrutivos de negar a uma criança o amor incondicional que é tão necessário para o desenvolvimento saudável de suas mentes e caráter. E por causa da negligência de todos, muitas dos nossas crianças têm, essencialmente, até se criado a si mesmas. Eles estão cada vez mais distantes de seus pais, avós e outros membros da família, todos os que nos rodeiam com o laço indestrutível que, uma vez coladas as gerações, se revela.
Esta quebra deu origem a uma nova geração, a Geração O, vamos chamá-la assim, já que pegou a tocha da Geração X. O "O" representa uma geração que tem tudo de riqueza exterior - o sucesso, roupas extravagantes e carros de luxo, mas um doloroso vazio por dentro. Esse buraco em nosso peito, essa aridez em nosso âmago, esse vazio em nosso centro é o lugar onde, algum dia, o coração bateu e outrora, o amor ocupou.
E não são só as crianças que estão sofrendo. São os pais também. Quanto mais cultivamos pequenos adultos em corpos de crianças, mais distantes nós nos tornamos das nossas próprias qualidades como crianças, e há muito sobre ser uma criança que vale a pena manter na vida adulta.
Amor, Senhoras e Senhores, é o mais precioso legado da família humana, é o seu rico legado, a herança de ouro. E é um tesouro que é transmitido de uma geração para outra. Épocas anteriores podem não ter tido a riqueza que desfrutamos. Nas casas, pode ter faltado eletricidade, e seus filhos se apertado em muitas pequenas casas sem aquecimento central. Mas nas casas não haviam trevas, nem eram frias. Elas eram iluminadas com o brilho luminoso do amor e eles estavam confortavelmente aquecidos pelo calor do próprio coração humano. Os pais, sem distrações pelo desejo de luxo e status, concediam aos seus filhos a prioridade em suas vidas.
Como todos sabem, os nossos dois países divergiram um do outro sobre o que Thomas Jefferson se referiu como "certos direitos inalienáveis". E enquanto nós, americanos e britânicos, pudemos contestar a justiça das suas pretensões, o que nunca esteve em questão é que as crianças têm certos direitos inalienáveis, bem como a destruição gradual desses direitos levou dezenas de crianças no mundo a terem negadas as alegrias e a segurança da infância.
Por isso, gostaria de propor que nesta noite nós implantássemos em cada lar uma "Declaração Universal dos Direitos da Criança", cujos princípios sejam:
1. O direito de ser amado, sem ter que ganhar isso;
2. O direito a ser protegido, sem ter que merecer isso;
3. O direito de se sentir útil, mesmo que você venha ao mundo sem nada;
4. O direito de ser ouvido, sem ter de ser interessante;
5. O direito a ler uma história para dormir, sem ter que competir com o noticiário da noite;
6. O direito a uma educação sem ter que se desviar de balas nas escolas;
7. O direito de ser pensado como adorável - mesmo que você tenha um rosto que só uma mãe poderia amar.
Amigos, a fundação de todo o conhecimento humano, o início da consciência humana, deve ser que todos, e cada um de nós, é um objeto de amor. Antes de saber se você tem o cabelo vermelho ou marrom, antes de saber se você é preto ou branco, antes que você saiba de qual religião você faz parte, você tem que saber que é amado.
Há cerca de doze anos atrás, quando eu estava prestes a iniciar minha turnê Bad, um menininho veio com seus pais me visitar em minha casa na Califórnia. Ele estava morrendo de câncer e me disse o quanto amava a minha música e a mim. Seus pais disseram-me que ele não ia viver, que qualquer dia ele poderia simplesmente partir, e eu lhe disse: "Olhe, eu vou estar na sua cidade, no Kansas, para abrir minha turnê em três meses. Eu quero que você vá para o show. Vou lhe dar esta jaqueta que eu usei em um dos meus vídeos ". Seus olhos brilharam e ele disse: «Você realmente vai me dar ela?!" Eu disse: "Sim, mas você tem que prometer que você vai usá-la para o show." Eu estava tentando apenas motivá-lo a lutar. Eu disse: "Quando você vier para o show que eu quero ver você com a jaqueta e a luva que lhe darei de presente" e eu dei-lhe uma de minhas luvas de strass - e eu não costumo dar as minhas luvas de show. E ele parecia estar no céu.
Mas talvez ele estivesse mesmo muito perto do céu porque quando fui para a sua cidade, ele já tinha morrido, e eles tinham-no sepultado com a luva a jaqueta. Ele tinha apenas 10 anos de idade. Deus sabe, eu sei, que ele tentou de tudo para sobreviver. Mas pelo menos quando ele morreu, ele sabia que era amado, não só por seus pais, mas até mesmo por mim, um estranho, eu também o amava. E com todo esse amor, ele sabia que ele não veio a este mundo sozinho, e ele certamente não teve que deixá-lo sozinho.
Se você entrar neste mundo sabendo que é amado e deixar este mundo sabendo o mesmo, então tudo o que acontece no meio pode ser suportado. Um professor pode prejudicar você, mas você não vai sentir diminuído, um chefe pode tentar esmagá-lo, mas você não será esmagado, um adversário poderia lhe vencer, mas você ainda triunfará. Como poderia algum deles realmente conseguir derrotá-lo? Você sabe que você é alguém digno de amor. O resto é só embalagem.
Mas se você não se lembra de ser amado, está condenado a buscar no mundo algo para compensar isso. Mas não importa o quanto você ganha ou o quanto você se torne famoso, você ainda se sentirá vazio. O que você está realmente procurando é o amor incondicional, aceitação incondicional. E essa foi a única coisa que lhe foi negada ao nascer.
Amigos, deixem-me pintar um quadro para vocês. Aqui está um dia típico na América - seis jovens com idade inferior a 20 anos vão cometer suicídio, 12 garotos com idade de 20 anos vão morrer por armas de fogo - lembre-se este é um dia, não um ano - 399 crianças vão ser presas por abuso de drogas, 1.352 bebês nascerão de mães adolescentes. Isso está acontecendo em um dos mais ricos, mais desenvolvidos países na história do mundo.
Sim, no meu país há uma epidemia de violência sem paralelo com nenhuma outra nação industrializada. Estas são as formas que os jovens na América expressam sua dor e sua raiva. Mas não pense que não há a mesma dor e angústia entre os seus semelhantes no Reino Unido. Estudos neste país mostram que a cada hora, três adolescentes no Reino Unido vão infligir danos a si mesmos, muitas vezes cortando ou queimando seus corpos ou tomando uma overdose. Isto é como eles optaram por lidar com a dor da negligência e da agonia afetiva.
Na Grã-Bretanha, por exemplo, cerca de 20% das famílias só sentam juntos para jantar uma vez por ano. Uma vez por ano! E quanto à antiga tradição de ler para o o seu filho uma história para dormir? Pesquisas da década de 1980 mostraram que as crianças para as quais se liam, tinham uma alfabetização muito maior e superavam de forma significativa os seus colegas na escola. E, no entanto, menos de 33% das crianças britânicas na idade de 2 a 8 anos tinham uma história para dormir lidas regularmente para elas. Vocês podem não achar muito até você levar em conta que 75% dos seus pais tinham uma história para dormir lidas para eles quando eles tinham aquela idade.
Obviamente, não temos de nos perguntar de onde toda essa dor, raiva e comportamento violento vem. É auto-evidente que as crianças estão protestando contra o descaso, tremendo pela indiferença e chorando apenas para ser notadas. Os vários organismos de proteção de crianças dos E.U.A dizem que milhões de crianças são vítimas de maus-tratos sob a forma de negligência, em média no ano. Sim, negligência. Nas casas ricas, casas privilegiadas, conectadas a cabo de cada aparelho eletrônico. Lares onde os pais vêm para casa, mas eles não estão realmente em casa, porque a cabeça ainda está no escritório. E seus filhos? Bem, os seus filhos apenas se contentam com qualquer que sejam as migalhas afetivas que recebam. E você não consegue muito de TV contínua, jogos de computador e vídeos.
Estas duros, frios números que, para mim, distorce a alma e agita o espírito, deve mostrar-lhes porque tenho dedicado muito do meu tempo e recursos para fazer da nossa nova iniciativa, "Heal the Kids", um sucesso colossal.
Nosso objetivo é simples - recriar o vínculo pai e filho, renovar a sua promessa e iluminar o caminho futuro para todas as lindas crianças que estão destinadas um dia a caminhar nesta Terra.
Mas, uma vez que esta é a minha primeira palestra pública, e vocês tão calorosamente têm me acolhido em seu coração, eu sinto que eu quero dizer mais. Todos nós temos nossa própria história, e nesse sentido as estatísticas podem tornar-se pessoais.
Dizem que a paternidade é como dançar. Você dá um passo, o seu filho dá outro. Eu descobri que os pais começarem a se dedicar aos seus filhos é apenas metade da história. A outra metade está em preparar os filhos para voltar a aceitar os seus pais.
Quando eu era muito jovem, eu lembro que nós tivemos uma cadela maluca chamada "Black Girl", uma mistura de lobo e retriever. Ela não só não tinha nada de um cão de guarda, mas ela era uma coisinha tão assustada e nervosa que era uma maravilha quando ela não desmaiava cada vez que um caminhão buzinava na rua, ou uma chuva forte caía sobre Indiana. Minha irmã Janet e eu demos a esta cadela tanto amor, mas ela nunca recuperou o sentimento de confiança que havia sido roubado dela por seu dono anterior. Sabíamos que ele costumava bater nela. Nós não sabemos com o quê. Mas o que quer que fosse, foi suficiente para sugar o espírito confiante de um cão.
Muitas crianças de hoje são filhotes feridos que não tiveram atendida sua necessidade de amor. Eles não poderiam se importar menos com seus pais. Deixados à própria sorte, eles estimam a sua independência. Eles se mudaram e deixaram para trás seus pais.
Depois, há os casos muitos piores, de filhos que abrigam animosidade e ressentimento para com seus pais, de modo que qualquer sugestão do que possam fazer por seus pais é repelida violentamente.
Esta noite, eu não quero que nenhum de nós cometa este erro. É por isso que eu estou convidando filhos de todo o mundo - começando com todos nós aqui hoje - para perdoar nossos pais, se sentiu desprezado. Perdoá-los e ensiná-los a amar novamente.
Vocês provavelmente não ficarão surpresos ao saber que eu não tive uma infância idílica. O choque e a tensão que existme no meu relacionamento com meu pai estão bem documentados. Meu pai é um homem duro, muito duro, e ele exigiu-me duramente, e aos meus irmãos, desde a mais tenra idade, ter o melhor desempenho que poderia ter.
Ele tinha grande dificuldade em demonstrar afeto. Ele nunca me disse que me amava. E ele nunca me parabenizou também. Se eu fazia um grande show, ele dizia que foi um bom show. E se eu fazia um bom show ...[chora] ...ele não dizia nada.
Sua intenção parecia, acima de tudo ...[chora] - eu preciso de um lenço, me desculpem... Sua intenção ...[chora em silêncio] - me perdoem... Sua intenção parecia, acima de tudo, fazer de nós um sucesso comercial. Era a isso que ele era mais dedicado. Meu pai era um gênio da administração e eu e os meus irmãos devemos nosso sucesso profissional, em grande parte, à maneira enérgica com que ele nos pressionou. Ele me treinou como um showman e sob sua direção, eu não podia perder um passo.
Mas o que eu realmente queria era um pai. Eu queria um pai que me demostrasse amor. E meu pai nunca fez isso. Ele nunca disse "eu te amo" me olhando diretamente nos olhos, ele nunca brincou de jogar comigo. Ele nunca me carregou nas costas, ele nunca fez querra de travesseiros comigo, ou de balão d'água.
Mas eu me lembro de uma vez, quando eu tinha uns quatro anos, houve um pequeno carnaval e ele me pegou e me colocou em um pônei. Foi um pequeno gesto, provavelmente algo que ele esqueceu cinco minutos depois. Mas eu tenho um lugar especial no meu coração para este momento. Porque isso é como são as crianças, as pequenas coisas significam muito para elas. Elas significam muito. E para mim, aquele momento significava tudo. Eu só experimentei isso uma vez, mas isso me fez sentir muito bem, sobre ele e sobre o mundo.
Mas agora eu mesmo sou um pai, e um dia eu estava pensando em meus filhos, Prince e Paris, e o que eu queria que eles pensassem de mim quando crescerem. Com toda certeza, eu gostaria que se lembrassem como eu sempre quis tê-los comigo para onde quer que eu fosse, e como eu sempre tentei colocá-los antes de tudo. Mas também há desafios em suas vidas. Porque os meus filhos são perseguidos por paparazzi, eles não podem sempre ir a um parque ou a um filme comigo.
Assim, e se eles crescerem e tiverem ressentimentos contra mim e contra a a forma como minhas escolhas afetaram sua infância e sua juventude? Eles podem se perguntar: "Por que não tivemos uma infância normal como todas as outras crianças?" E nesse momento, eu rezo para que meus filhos me dêem o benefício da dúvida e digam para si mesmos: "Nosso pai fez o melhor que podia, dadas as circunstâncias únicas que ele enfrentou. Ele pode não ter sido perfeito, mas ele era um homem caloroso e decente, que tentou nos dar todo o amor do mundo".
Espero que eles sempre se concentrem nas coisas positivas, nos sacrifícios que fiz voluntariamente pelo bem deles, e não critiquem aquilo de que tiveram de abrir mão ou os erros que cometi, e que, certamente, continuarei a cometer na criação deles. Todos fomos filhos de alguém, e sabemos que, apesar dos melhores planos e esforços, erros sempre acontecem. Isso é simplesmente ser humano.
E quando eu penso sobre isso, em como espero que os meus filhos não me julguem com indelicadeza, e perdoem meus defeitos, sou forçado a pensar em meu próprio pai e, apesar de meus desmentidos anteriores, sou forçado a admitir que ele deve ter me amado. Ele me amava, e eu sei disso.
Houve momentos em que ele o demonstrou. Quando eu era criança eu tinha uma guloseima preferida - todos nós tínhamos. Meu pai... ele tentou. Mas, minha favorita eram donuts e meu pai sabia disso. Assim, a cada poucas semanas eu descia de manhã e lá na mesa da cozinha estava um saco de donuts - nenhum bilhete, nenhuma explicação - apenas os donuts. Era como Papai Noel.
Às vezes, eu pensava em ficar esperando até tarde da noite, para que eu pudesse vê-lo deixá-los lá, mas assim como com o Papai Noel, eu não queria estragar a magia por medo de que ele nunca mais voltasse a fazer isso novamente. Meu pai tinha que deixá-los secretamente durante a noite, assim ninguém poderia pegá-lo com a guarda abaixada. Ele estava com medo da emoção humana, ele não compreende nem sabe como lidar com ela. Mas ele sabia dos donuts...
E quando eu permito que as comportas se abram, há outras memórias que retornam, as memórias de outros pequenos gestos, que apesar de imperfeitos, mostram que ele fez o que podia. Portanto, esta noite, em vez de se concentrar no que o meu pai não fez, quero me concentrar em todas as coisas que ele fez para, da sua forma particular, enfrentar os desafios pessoais. Quero parar de julgá-lo.
Eu comecei a refletir sobre o fato de que meu pai cresceu no Sul, em uma família muito pobre. Ele nasceu durante a Depressão e seu próprio pai, que lutou para alimentar seus filhos, mostrava pouca afeição para com a família e criou meu pai e seus irmãos com um punho de ferro. Quem poderá imaginar como era crescer um pobre homem negro no Sul, roubado de sua dignidade, destituído de esperança, lutando para se tornar um homem em um mundo que via meu pai como inferior? Fui o primeiro artista negro a ser tocado na MTV e eu me lembro como foi um grande feito naquela época. E isso foi na década de 80!
Meu pai mudou-se para Indiana e agora tinha sua própria grande família para cuidar, trabalhando longas horas nas fábricas de aço, o trabalho que mata os pulmões e humilha o espírito, tudo para sustentar sua família.
É de se admirar que ele tenha dificuldades para expor seus sentimentos? Trata-se de algum mistério o que endureceu o seu coração, o que levantou as muralhas emocionais? E acima de tudo, é de se perguntar porque ele estimulou seus filhos tão duramente para ter sucesso como artistas, de modo que pudessem ser salvos do que ele sabia ser uma vida de indignidade e da pobreza?
Eu comecei a ver que mesmo a dureza do meu pai era um tipo de amor, um amor imperfeito, com certeza, mas amor mesmo assim. Ele forçou-me porque me amava. Porque ele queria que jamais nenhum homem olhasse de cima para seus filhos.
E agora, com o tempo, em vez de amargura, sinto bênção. No lugar da raiva, eu encontrei o perdão. E no lugar de vingança, eu encontrei reconciliação. E minha fúria inicial lentamente deu lugar à piedade.
Quase uma década atrás, fundei uma organização chamada "Heal The World". O nome era algo que eu sentia dentro de mim. Mal sabia eu que, como Shmuley mais tarde recordaria, estas duas palavras são o fundamento das profecias do Velho Testamento. Eu realmente acredito que podemos curar esse mundo, que está repleto de guerra e genocídio, ainda hoje? E eu realmente acho que podemos curar nossas crianças, as mesmas crianças que, como os jornais relataram esta manhã, podem entrar em um colégio em San Diego e abater dois alunos maravilhosos, apenas no início de suas vidas? Uma lembrança terrível das armas e do ódio que atingiu Columbine há quase dois atrás. Ou crianças que podem bater num bebê indefeso até à morte, como a trágica história de Jamie Bulger? É claro que sim. É claro que sim ou eu não estaria aqui esta noite.
Mas tudo começa com o perdão, porque para curar o mundo, nós primeiramente temos que curar a nós mesmos. E para curar as crianças, nós primeiramente temos que curar a nossa criança interior, todos e cada um de nós. Como um adulto, e como um pai, eu percebo que não posso ser um ser humano completo, nem um pai capaz de amor incondicional, até que eu adormeça os fantasmas da minha própria infância.
E é isso que eu estou pedindo a todos nós para fazer esta noite. Viver até o quinto dos Dez Mandamentos. Honrar seus pais por não julgá-los. Dê-lhes o benefício da dúvida.
É por isso que eu quero perdoar meu pai e parar de julgá-lo. Eu quero perdoar meu pai, porque eu quero um pai, e este é o único que eu tenho. Quero o peso do meu passado tirado dos meus ombros e eu quero ser livre para entrar em um novo relacionamento com meu pai, para o resto da minha vida, sem interferência dos fantasmas do passado.
Em um mundo cheio de ódio, é preciso ainda se atrever a ter esperança. Em um mundo cheio de raiva, ainda temos que ousar confortar. Em um mundo cheio de desespero, temos ainda que ousar sonhar. E em um mundo repleto de desconfiança, é preciso ainda ousar acreditar.
Para todos vocês esta noite, que se sentem decepcionados com seus pais, peço-lhes para deixar para trás seu desapontamento. Para todos vocês esta noite que se sentem enganados por seus pais e mães, eu peço que não enganem mais. E para todos vocês que querem se afastar dos seus pais, peço-lhe que estendam a mão para eles, em vez disso. Eu estou pedindo a vocês, estou pedindo a mim mesmo, para dar aos nossos pais a dádiva do amor incondicional, para que também eles possam aprender a amar conosco, seus filhos. Assim o amor vai finalmente ser restaurado para um mundo desolado e solitário.
Shmuley uma vez contou-me uma antiga profecia bíblica que diz que um mundo novo e um novo tempo viria, quando "o coração dos pais seria restaurado através dos corações dos seus filhos". Meus amigos, NÓS estamos nesse mundo, NÓS somos os filhos.
Mahatma Gandhi disse: "Os fracos nunca podem perdoar. O perdão é o atributo do forte." Hoje à noite, seja forte. Além de ser forte, levante-se para o maior desafio de todos - para restaurar essa aliança quebrada. Todos temos de superar qualquer efeito deformante que nossa infância possa ter tido em nossas vidas e, nas palavras de Jesse Jackson, perdoar uns aos outros, resgatar uns aos outros e seguir em frente.
Este convite ao perdão pode não resultar em "momentos de Oprah" em todo o mundo, com milhares de filhos se reconciliando com os pais, mas será pelo menos um começo, e todos nós vamos ser muito mais felizes como resultado.
E assim, Senhoras e Senhores, concluirei meus comentários hoje à noite, com fé, alegria e emoção.
Deste dia em diante, deixe uma nova canção ser ouvida.
Deixe que a nova canção seja o som de crianças risonhas.
Deixe que a nova canção seja o som de crianças brincando.
Deixe que a nova canção seja o som de crianças cantando.
E deixe que a nova canção seja o som de pais escutando.
Juntos, vamos criar uma sinfonia de corações, maravilhados com o milagre de nossas crianças e deleitando-se na beleza do amor. Vamos curar o mundo e queimar sua dor.
E que possamos todos fazer uma bela música juntos.
Deus abençoe vocês, e eu amo vocês.
MICHAEL JACKSON
Fonte:: http://mjplanet100historias.blogspot.com/
Nossa gente, chorei lendo esse discurso ontem, Ç__Ç
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Em um ano, Michael Jackson deixa de ser bizarro pra virar "intocável"
Por NINA RAMOS
RIO DE JANEIRO - Não dá para negar: mesmo após de um ano de sua morte, Michael Jackson continua presente na vida dos fãs, jornalistas e músicos mundo afora - seja por idolatria, fofocas envolvendo seu nome ou inspiração para criar canções e coreografias como ninguém. Mas para os mais críticos, vale apostar o quanto a imagem do cantor valeria caso ele ainda estivesse vivo.
O acontecimento super inesperado de 25 de junho de 2009 se transformou em um fenômeno mundial que perdeu todos os limites. Em entrevista ao site da “CNN”, o preparador vocal do astro, Dorian Holley, afirmou que no dia anterior ao que sofreu a parada cardíaca, Jackson não demonstrou nenhum sinal de doença, prostração ou fraqueza.
“Ele não agia como se estivesse algo errado. Ninguém chegou a suspeitar se havia algo estranho com Michael”, disse. Mas o pior aconteceu. E a família de Jackson foi (e se deixou ser) explorada ao máximo, sua vida pessoal dissecada e seus segredos mais íntimos trazidos à tona. Mesmo assim, o mito Michael Jackson ainda existe – e não deve ir embora tão cedo.
Se antes Jackson já era responsável por fortes polêmicas e por uma carreira incrível, após a morte seu dom, o de encantar no palco, foi potencializado sem medidas. O mundo só sabia falar sobre Michael Jackson. Os fãs, desolados, não sabiam mais o que fazer, e o comércio se aproveitou da situação para faturar. O cantor entrou até para o rol das lendas urbanas: dizem por aí que sua morte foi uma jogada de marketing bem cantada. Será?
Outro mistério ainda paira sobre as razões de sua morte. Overdose de remédios? Omissão do médico, Dr. Conrad Murray? Homicídio?
Fato é que, segundo o jornal britânico “Daily Mail”, Jackson arrecadou quase US$ 1 bilhão após sua morte. Vale lembra que no ano de 2008 ele estampava manchetes por problemas financeiros. Até o final de junho de 2009, lojas e sites na internet venderam mais de 415 mil álbuns somente nos Estados Unidos.
Valores à parte, os fãs de Jackson continuam fiéis ao ídolo e prometem não deixar o nome do cantor cair no esquecimento. O Famosidades conversou com fãs do artista, como Carla Santana, presidente do Michael Jackson Fã-Clube Brasil (www.mjfc.com.br), e pode relatar que a figura de MJ continua presente do dia a dia deles. Mesmo após a morte do astro, sua música ainda toca – e muito! – nas rádios, internet e nas casas de fãs do mundo todo. Ah, e eventos também lotam. Confira na próxima página:
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