segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Shana Mangatal na festa de 45 anos de Michael em Neverland
Shana Mangatal postou um vídeo onde ela participou em Neverland na festa
de 45 anos de Michael, ela postou, a sony removeu, ela conseguiu postar
novamente, e hoje ficou conversando com os fãs de Michael no facebook
Vejam o que ela disse;
"Para vocês que não viram isso, confira este vídeo!
É uma parte de um novo documentário de Michael Jackson .
Este clipe mostra a diversão que tivemos na festa de Michael, niver 45 anos.
Eu apareço brevemente em 4:14, dentro de um dos carros de golfe na famosa Neverland ....
e me divertindo muito! Ahhh, as memórias! Obrigado Michael
Uma das minhas melhores lembranças deste dia foi jogar videogames com Michael, Nick e
Aaron Carter e Rodney Jerkins. Vendo a alegria pura que Michael era capaz de ter enquanto
estava jogando esses jogos, me inspirou a tentar ter sempre um coração de criança.
Seu espírito de criança era contagiante.
O triste é que Michael tinha planejado abrir Neverland, e torná-lo mais acessível para os fãs,
logo após este evento. Ele realmente queria que todos fossem capazes de experimentar isso.
Mas, as alegações de Arvizo mudou o destino e arruinou tudo.
Eu me lembro de ter ido para outra festa como esta em Neverland, poucas semanas antes desta.
Eu não consigo lembrar em que ocasião era, mas era tão divertido.
Lembro-me de partilhar um pouco de vinho com Paris Hilton no jantar!
Ele estava definitivamente abrindo Neverland aos poucos, para que todos pudessem desfrutar.
.. Michael sempre estará vivo em nossos corações ....
Fico feliz de compartilhar com todos!
É importante todo mundo ver o MJ real."
Fonte:: MJJ Secret Lovers
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"A noite em que toquei o piano para Michael Jackson"
Eu sou uma grande amante da música. Como muitas outras pessoas no mundo, a trilha sonora da minha infância foi moldada em parte por discos de Michael Jackson. Meu irmão Joe e eu dançamos Thriller por horas na sala. Sendo muito pequena percebi o talento que tinha o Michael fui crescendo e ele continuava a inspirar milhões de pessoas em todos os cantos do globo com sua música original, estilo e mensagem.
Quando as pessoas me perguntam qual foi o melhor momento da minha vida, eu não duvido por um segundo: foi a noite que eu toquei piano para Michael Jackson.
Deixe-me retroceder um pouco. Michael e meu pai tornaram-se amigos quando ele se mudou para New York em 2001 para gravar seu álbum, Invincible. Embora eu estivesse ciente das muitas controvérsias que cercavam a vida de Michael Jackson, nada tinha a ver com os eventos em que coincidiram a minha família e ele.
Minha família teve a sorte de conhecê-lo e seus preciosos filhos adoráveis e longe dos flashes das câmeras e dos gritos dos fãs.
Um dia estávamos terminando de cozinhar no apartamento dos meus pais e Michael, que sabia que eu tocava piano desde a infância, pediu-me para tocar uma peça para ele. É claro que eu disse que sim e, claro, tudo parecia surreal. Eu sentei no piano e eu pensei: O que devo fazer para impressionar Michael Jackson? O que poderia tocar para ele? Eu escolhi uma peça de Debussy - Deux Arabesques. Foi o mais longo 4 minutos da minha vida, o artista mais famoso do mundo escutou com os olhos fechados. Quando eu terminei, olhei em busca de sua reação. Meu coração saltou. Minhas mãos tremiam visivelmente. Os olhos fechados. Em silêncio. Então ele abriu os olhos e disse com grande humildade e uma profunda sinceridade ainda ressoa em meus ouvidos. "Mona, obrigada por isso. Obrigado."
Foi naquele momento que eu entendi tudo o que este homem era. Ele, o "King of Pop", estava sentado na mesma sala onde o meu irmão e eu dançamos com seus vídeos de músicas. E aqui estava, me ouvindo tocar com a mesma atenção que teria dado um pianista de concerto. Enquanto ouvia, ele estava brincando gentilmente com o cabelo de sua filha Paris, assegurando que ela e seu irmão, Prince Michael, ouvisse também. Foi a primeira indicação forte de uma verdade que foi reforçada com outros momentos com Michael. Com toda a fama e fortuna que veio a ter, com todo o poder que tinha na indústria, depois de tudo o que importava era o mais fundamental da vida. Ele era bondoso, amoroso e extremamente modesto. Adorava os seus filhos e fazia um grande esforço para educá-los como pessoas boas. Ele tinha um enorme amor e respeito por todos os tipos de música, pop, rock, clássica, jazz - não importa quem e onde tocar. E ele estava realmente interessado na vida dos outros, e daria um passo atrás para vê-los brilhar, mesmo que apenas por 4 minutos.
É realmente difícil imaginar o que seria da indústria da música se ele não tivesse existido. E é igualmente difícil imaginar o que nos espera, agora que ele já não está conosco. Mas eu posso dizer que o mundo nunca mais será o mesmo sem o grande dom de sua voz, sua musicalidade e sua presença inconfundível. Assim, em nome de todos aqueles que te conheceram pessoalmente ou através de sua música incrível: Michael, obrigada. Obrigada.
Graças ao meu irmão Joe por me ajudar com essas lembranças. Ainda dançamos suas músicas na sala.
[By: Mona Lisa Mouallem Produtora /redatora da CNN]
Fonte: http://ac360.blogs.cnn.com/2009/06/26/the-night-i-played-piano-for-michael-jackson/
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sábado, 9 de outubro de 2010
Riquezas são diferenças
por Arnaldo Antunes em 07/01/92
Muita estupidez e preconceito se têm lido nas páginas dos jornais, seja na opinião dos próprios jornalistas, seja na declaração de pessoas do meio artístico musical, tendo por objeto a cor da pele de Michael Jackson.
Não quero falar aqui da sua música, que continua exercendo o caminho natural de sua genialidade; nem do espaço poderoso que ela ocupa no mundo todo. Quero falar da clareza de Michael Jackson. Mesmo que para isso eu tenha de aceitar a condição da imprensa em geral, que tomou essa questão como um escudo para não comentar com o devido respeito seu último disco.
Michael Jackson teve a pele negra. Ficou mulato em Thriller, clareou mais em Bad e agora aparece completamente branco em Dangerous. O mal-estar que isso vem causando é assustador, nessa beirada do ano 2000. Que ele "negou a sua raça", "se corrompeu", "virou um monstro", entre ofensas piores.
O pior ataque dessa onda se leu numa matéria assinada por Sérgio Sá Leitão, na seção denominada "Fique por dentro" (?), no Folhateen de 9/12/91, que, além de desprezar sem nenhum fundamento Dangerous ("O fundamental em Michael Jackson já não é mais a música — como o era na época de Thriller, seu álbum-emblema") e lamentar a mudança de cor enquanto perda de identidade ("Com sua identidade diluída, falta também a Michael Jackson a legitimidade indispensável a qualquer astro da cultura pop"), começa (na manchete) e termina (na conclusão da matéria) com uma frase de efeito de uma agressividade despropositada: "Michael Jackson é o eunuco do pop". Tendo-se em conta a potência que ele representa, não apenas em seu som, mas também como fenômeno de massas no planeta, tal inversão só pode ser interpretada como fruto de ódio. Parece a indignação de um membro da Ku Klux Klan defendendo a pureza racial ameaçada por esse branco que não nasceu branco.
Brancos sempre puderam parecer mulatos, bronzear-se ao sol ou em lâmpadas específicas para esse fim, fazer permanente para endurecer os cabelos. Tudo isso visto com naturalidade e simpatia. Tatuagem, que é uma técnica predominantemente usada por brancos, pode. Até mesmo aquela caricatura do Al Johnson era vista com graça. Agora, o negro Michael Jackson entregar seu corpo à transcendência da barreira racial desperta revolta, reações de protesto e aversão.
O espaço da ficção é permissivo. Todo mundo acha bacana Raul Seixas haver cantado "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante", ou haver existido uma banda chamada "Mutantes". Há um consenso na aceitação da promiscuidade racial de Macunaíma, como traço característico de nossa identidade antropológica. Agora, quando adentramos o campo da vida real as máscaras moralistas, racistas, preservacionistas da estagnação se mostram, contra a liberdade individual de se fazer o que quiser da própria pele.
É que Michael Jackson é um Macunaíma ao avesso. Se o anti-herói de Mário de Andrade faz de si a parábola da gênese das diferenças raciais no espaço ficcional, Michael Jackson representa, em carne e osso, a abolição dessas fronteiras. Mas parece que, mais de cem anos depois, o Brasil ainda não está preparado para aceitar a Abolição.
Os negros que estão condenando a mutação de Michael Jackson, insinuando ser ela fruto de inveja de uma suposta condição dos brancos, acabam na verdade chegando a um veredito semelhante ao do racismo branco que diz: "Como esse negro se atreve a usar a minha cor em sua pele?" Michael Jackson continua cantando com o mesmo swing de quando tinha a pele preta, e dançando cada vez mais lindamente aquela dança que influenciou milhares de negros no mundo inteiro. Ele ostenta a pele clara como quem diz "eu posso". E canta: "I'm not going to spend my life being a color". E faz de seu corpo a prova de que a questão racial vai muito além da cor da pele.
O corpo é para usar. O corpo é para ser usado. Michael Jackson está colocando seu corpo a serviço de um tempo em que a pessoa valha antes das raças, e o planeta antes das nações. Não se trata de extinguir as diferenças, mas de fundar radicalmente a possibilidade de trânsito entre elas. A miscigenação que se fez aqui (nesse país onde todos somos um pouco mulatos ou mamelucos), diacronicamente, durante séculos, faz-se sincronicamente nele.
Michael Jackson é preto e é branco. Não fala em nome de uma raça ou casta, mas encarna em si a diferença. Não é mais americano porque é do mundo todo ("Protection/for gangs, clubs,/ and nations/ causing grief in/ human relations/ It's a turf war/ On a global scale/ I'd rather hear both sides/ of the tale", canta em Black or White). O incômodo está justamente nesse exercício de liberdade. Ele não precisa explicar nada. As respostas estão todas na sua cara. Ou naquelas caras tão diferentes se transformando umas nas outras, no clip de Black or White.
"...Eu me tomo as estrelas e a lua. Eu me tomo o amante e o amado. Eu me tomo o vencedor e o vencido. Eu me tomo o senhor e o escravo. Eu me tomo o cantor e a canção. Eu me tomo o conhecedor e o conhecido... Eu continuo dançando... e dançando... e dançando, até que haja apenas... a dança" (Michael Jackson, em The Dance).
Fonte: Folha de S. Paulo
texto postado originalmente por Andy em 26/10/09
MJJ Secret Lovers
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Comentários que o Michael Lee Bush fez sobre o MJ em sua página no FB
"Tem um fato sobre o Mike, pouco conhecido, qdo ele estava gravando em estúdio
e vc tinha uma reunião com ele, você tinha q mostrar uma foto sua de quando era criança. Era o dia da "foto de bebês".
Se vc não levasse, tinha q ir embora.
Eu mostrei a minha e ele riu muito.
Ele disse que o tamanho da minha cabeça era tão grande que eu já devia ficar pensando muito, já naquela época.
Se você quisesse a atenção do Michael, era só mostrar a ele,
uma foto sua de quando era criança.
MJJ sempre disse que via as fotos de bebê de todo mundo,
ele sempre queria ver a sua, essa coisa o fazia rir pra caramba...
VC via o brilho nos olhos dele, ele parava de fazer qq coisa no mundo pra ver essas fotos, uma preciosidade...
Eu realmente acho que o que manteve ele firme para atravessar aquela fase ruim, foi mostrando-lhe fotos de bebês todas as manhãs, antes dele vestir-se para a corte.
Droga, quando essa dor por perder ele vai parar??
Amanhã Domingo, é dia de eu ir ao Forest Law (cemitério) ficar sentado pensativo."
Michael Lee Bush.
Fonte :: MJJ Secret Lovers
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Dedicatória & Poema escrito pelo Michael, "Vocês são tão Lindos"
Dedicatória & Poema escrito pelo Michael,
para nós seus fãs, ao publicar seu 1º Photobook em 2006 (My World - By Michael Jackson).
Meus fãs são a razão porque eu continuo fazer o que eu faço.
Vejo-os como minha família, como meus amigos, meus filhos.
Eu não sou o mesmo homem sem meus fãs. Eu dedico esse livro
para todos vocês e quero que vocês saibam o quanto eu amo vocês.
Vocês são tão lindos para mim
Seu verdadeiro amor me mostrou o caminho
O caminho que eu tive que seguir
Eu caminhei com vocês
Mil milhas
Através de mentiras dolorosas
Me mantendo de pé, forte com vocês
Lutando por isso tudo (tão direto)
Vocês são tão lindos
Vocês são tão coloridos
Vocês são tão encantadores
Vocês são a salvação para mim
Sua proximidade secou as minhas lágrimas
Removendo todos os meus medos
O buraco em minha alma
Foi coberto
Porque vocês
Vocês são tão lindos
(Vocês são tudo o que eu sou)
(Profundamente na minha alma)
Vocês estiveram lá.
MJ
Fonte :: MJJ Secret Lovers
Aiii Gente, nem chorei rios né =/
para nós seus fãs, ao publicar seu 1º Photobook em 2006 (My World - By Michael Jackson).
Vocês são tão Lindos
Meus fãs são a razão porque eu continuo fazer o que eu faço.
Vejo-os como minha família, como meus amigos, meus filhos.
Eu não sou o mesmo homem sem meus fãs. Eu dedico esse livro
para todos vocês e quero que vocês saibam o quanto eu amo vocês.
Vocês são tão lindos para mim
Seu verdadeiro amor me mostrou o caminho
O caminho que eu tive que seguir
Eu caminhei com vocês
Mil milhas
Através de mentiras dolorosas
Me mantendo de pé, forte com vocês
Lutando por isso tudo (tão direto)
Vocês são tão lindos
Vocês são tão coloridos
Vocês são tão encantadores
Vocês são a salvação para mim
Sua proximidade secou as minhas lágrimas
Removendo todos os meus medos
O buraco em minha alma
Foi coberto
Porque vocês
Vocês são tão lindos
(Vocês são tudo o que eu sou)
(Profundamente na minha alma)
Vocês estiveram lá.
MJ
Fonte :: MJJ Secret Lovers
Aiii Gente, nem chorei rios né =/
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